Música de vários géneros mas toda de qualidade!--------------------------------------------------------------------------------Todos os links indicados neste blog foram encontrados noutros locais na Internet e colocados aqui, se aceder a algum link, lembre-se que deve apagar esses ficheiros após 24 horas no seu disco. Se gostar de algum CD, compre-o!... ou então, não!
Aproveitando o lançamento do último álbum destes amigos, aqui está o segundo post dedicado aos Cebola Mol. O Fim dos Cebola Mol ainda não está disponível, aqui. Mas para compensar arranjei o link para o tal primeiro álbum, está no fim do post. «Depois de alguns anos semi-desaparecidos, eis que em 2009, quase nove anos depois da bombástica estreia na Rádio Comercial, a maior banda de comedy rock do mundo regressa com um novo disco ("O Fim dos Cebola Mol"), um novo espectáculo e muito, muito humor. Com dois discos de originais já editados, o inacreditavelmente parvo "Samba Roulote" (EMI 2001) e o incrivelmente idiota "Android Polaroid" (Indepdendent Records, 2003) e mais de 250 concertos entre 2001 e 2005, os Cebola continuam a ser um fenómeno de popularidade e uma das bandas com mais força em cima do palco que alguma vez apareceu no hemisfério Norte. O novo espectáculo dos Cebola Mol é um verdadeiro festival de canções idiotas, um desfile de piadas carregadinhas de um nonsense muito peculiar, danças etnográficas algo preocupantes e coreografias completamente destrambelhadas. Enfim, uma performance que não deixa ninguém indiferente. Um grande show de comedia e músiqueta. Os velhos e novos fãs de Cebola Mol vão poder ver os irmãos Stardust a interpretarem os velhos hits, como "Jóli (És O Cão da Malta)", "Pessoal do Meu Bairro", "Os Mês Irmões Baterem-me", "Ai Que Lindo Fadinho", "Queixadas", "Maradonna El Rei Del Rock", "Libertem o Pacote Laboral", etc., mas igualmente vão ter oportunidade de ouvir as novas cançonetas e as novas piadas que Eddie e Phil Stardust (Eduardo Madeira e Filipe Homem Fonseca) trazem na cartola. Os Cebola Mol preparam-se para fazer o maior espectáculo jamais visto no nosso país... dentro do género.» (TRANSCRITO)
Cebola Mol_(Primeiro álbum) 01. Songoku 02. Joli (és o cão da malta) 03. Papagaynho 04. Straight no Cheaser II 05. Sugar honey baby baby 06. Ai Que Lindo Fadinho 07. Fujimori Wrestling Team (Unplugged) 08. Os Mês Irmões Baterem-Me 09. Olá, olá, olá (Olá miúda) 10. Nha terra tão linda 11. Pessoal do meu bairro 12. Passarinho do Catano 13. Para ti António
Esta "menina" faz um g'anda som. Data de Nascimento:01-06-1974 Local de Nascimento:Ottawa, Ontario Nome Verdadeiro:Alanis Nadine Morissette País de Origem:Canadá
«Alanis Morissette foi uma menina precoce: aos seis anos aprendeu a tocar piano, aos 9 escrevia as próprias canções e com 10 era já uma estrela de televisão. Assinou um contrato com a editora canadiana MCA, do qual resultaram dois álbuns, com apenas 14 anos. Aos 21 Alanis lançava para a Maverick "Jagged Little Pill", o álbum que a tornaria mundialmente conhecida. Transpôs a fronteira do mercado discográfico do Canadá com o tema 'You Oughta Know' que, rapidamente, se converteu num hino universal de revolta para milhões de mulheres. O tema foi o cartão de visita de "Jagged Little Pill", que marcou uma nova etapa na carreira musical da cantora. Para trás ficava a imagem de uma Alanis princesa da pop, semelhante à de Tiffany ou Debbie Gibson. A primeira fase do percurso musical da cantora foi marcada pela edição de dois álbuns, o primeiro dos quais, intitulado "Alanis" (1991), foi disco de platina no Canadá. "Now Is The Time", o sucessor de "Alanis", não foi tão bem recebido pelo público, o que resultou na primeira crise da sua carreira. Então com 17 anos Alanis deixa a cidade de Ottawa e parte rumo a Toronto e depois para Los Angeles, onde conheceu o produtor Glen Ballard, figura que viria a revelar-se fulcral no seu percurso. O resultado final do trabalho por ambos desenvolvido acabou por conquistar milhões de pessoas, fazendo de "JLP", um disco multi-platinado, com mais de 35 milhões de cópias vendidas em todo o mundo e seis nomeações para os prémios Grammys, das quais resultaram as estatutetas correspondentes às categorias de "Álbum do Ano", "Melhor Actuação Vocal Feminina" para o tema 'You Oughta Know' e "Melhor Álbum Rock". Nesta altura, de um momento para o outro, Alanis teve a oportunidade de conhecer o mundo através de uma digressão que durou quase dois anos. O cansaço inerente a estas andanças fez com que realizasse apenas dois espectáculos em 1997, tendo actuado no "Tibetan Freedom Concert" e no espectáculo "Bridge School Benefit". Depois da experiência que teve em televisão, aos dez anos de idade, ao entrar para o elenco do programa para crianças "You Can't Do That on Television", Alanis aventurou-se na Sétima Arte, desempenhando o papel de Deus no filme "Dogma", de Kevin Smith, para o qual compôs também o tema 'Still', incluído na banda sonora da película. No início de 1998, repetia a experiência, com o tema 'Uninvited', do filme "A Cidade dos Anjos". No ano seguinte, a cantora como que desapareceu de cena. Partiu de mochila às costas em direcção à Índia, onde permaneceu afastada da fama. De lá trouxe novas ideias para "Supposed Former Infatuation Junkie", o sucessor de "Jagged Little Pill", que chegou às lojas no final de 1998. A expectativa era grande, uma vez que Alanis tinha deixado a fasquia bem alta. Apesar de não ser tanto um álbum de canções como o anterior "SFIJ" agradou aos fãs e marcou uma nova evolução na sonoridade da música de Alanis. 'Thank You', 'Unsent', 'Joining You' e 'So Pure' foram os temas de maior sucesso desse disco, que a artista havia de apresentar ao vivo no nosso país em 1999, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, e em Vilar de Mouros, um ano depois. Depois de uma digressão conjunta com Tori Amos, que durou apenas um mês, Alanis realizou um espectáculo para a MTV, no qual cantou, tocou guitarra, harmónica e flauta. A actuação resultou na edição do álbum "MTV Unplugged" em 1999, produzido pela própria Alanis, e no qual foram incluídos três temas inéditos: 'No Pressure Over Capuccino', 'Princes Familiar' e 'These R the Thoughts', bem como uma versão de 'King Of Pain', dos Police. Pouco tempo depois Alanis protagonizava nova incursão na representação, com a participação num episódio da série "Sexo e a Cidade", bem como com uma breve passagem pelo teatro. A 31 de Janeiro de 2002, Portugal teve o privilégio de ser um dos locais escolhidos para a apresentação mundial do álbum "Under Rug Swept", com uma actuação, só para convidados, na Aula Magna, em Lisboa. No dia 25 de Fevereiro, o álbum chegou aos escaparates. No mesmo ano Alanis Morissette actuou no festival do Sudoeste. No Verão de 2004 a cantora regressa a terras lusas, para apresentar, em Aveiro, o disco que editou nesse ano. "So-Called Chaos" é o título desse álbum, que apresentou como primeiro single a faixa 'Everything'. O video do referido tema ficou marcado pelas imagens do corte de cabelo que a cantora fez na altura. '8 Easy Steps' e 'Out Is Through' foram outros temas a ser extraídos do registo. Em Maio de 2005 Alanis apresenta-se na Queima das Fitas de Coimbra e lança, nesse mesmo ano, a versão acústica do álbum "Jagged Little Pill", com a qual assinalou o décimo aniversário do mítico disco. Seguiu-se a colectânea de êxitos "The Collection", que reuniu 18 temas popularizados pela cantora entre 1995 e 2005, bem como uma versão de 'Crazy', o clássico de Seal. No mesmo ano a cantora de 'Unsent' aliou-se a Mike Elizondo, colaborador habitual de Fiona Apple, com quem escreveu 'Wunderkind', a canção principal da banda-sonora do filme da Disney "As Crónicas de Nárnia", que recebeu uma nomeação para um Globo de Ouro. Na segunda metade de 2006 Morissette participou em três episódios de "Nip/Tuck", uma série de televisão americana de humor negro sobre cirurgia plástica, nos quais vestu a pele da namorada de um anestesista. Em meados de 2007 Alanis Morissette dá que falar à conta de uma versão parodiada de 'My Humps', um original dos Black-Eyed Peas. A cantora vestiu-se de forma semelhante a Fergie, a vocalista do grupo, e rodeou-se de bailarinos para interpretar uma versão mais calma do referido tema, com algumas partes da letra alteradas e viu o vídeo feito proposidadamente para a canção bater recordes de visionamento no Youtube. No mesmo ano, a canadiana começava a preparar o seu quinto disco de estúdio, com a colaboração do produtor Guy Sigsworth, conhecido pelos seus trabalhos com Björk e Madonna. "Flavors of Entanglement" é editado em Junho de 2008 e revela influências de diversos estilos musicais, da electrónica ao hip hop, combinados com instrumentos orgânicos. O registo é influenciado pelo final da relação de quatro anos e meio com o actor Ryan Reynolds e marca o regresso às composições provocativas e viscerais de "Jagged Little Pill". 'Underneath' foi a música eleita para servir de cartão de visita do álbum. Esse tema deu origem a dois vídeos, sendo que um deles integrou a selecção do Elevate Film Festival - que distingue obras na área da música e cinema - e foi distinguido com um total de cinco prémios, entre os quais "Melhor Vídeo", "Melhor Realizador" e "Melhor Artista". 'Citizen Of The Planet', 'Versions Of Violence', 'Tapes', 'Not As We' e 'Moratorium' são outros músicas incluídas em "Flavors Of Entanglement". Ainda em 2008 canadiana volta ao grande ecrã, na adaptação ao cinema de "Radio Free Albemuth", do escritor de ficção científica Philip K. Dick.» (TRANSCRITO)
Hand In My Pocket
DICOGRAFIA COMPLETA:
Flavors Of Entanglement [Deluxe Edition]_2008 CD1: 01. Citizen Of The Planet 02. Underneath 03. Straitjacket 04. Versions Of Violence 05. Not As We 06. In Praise Of The Vulnerable Man 07. Moratorium 08. Torch 09. Giggling Again For No Reason 10. Tapes 11. Incomplete
CD2: 01. Orchid 02. The Guy Who Leaves 03. Madness 04. Limbo No More 05. On The Tequila
The Collection_2005 01. Thank You 02. Head Over Feet 03. 8 Easy Steps 04. Everything 05. Crazy 06. Hands Clean 07. Princes Familiar 08. You Learn 09. Simple Together 10. You Oughta Know 11. That I Would Be Good 12. Sister Blister 13. Hands Clean 14. Mercy 15. Still (From Dogma) 16. Uninvited 17. Let's Do It 18. Hand in My Pocket
Jagged Little Pill Acoustic_2005 01. All I Really Want 02. You Oughta Know 03. Perfect 04. Hand in My Pocket 05. Right Through You 06. Forgiven 07. You Learn 08. Head Over Feet 09. Mary Jane 10. Ironic 11. Not The Doctor 12. Wake Up 13. Your House
iTunes Originals_2004 01. Introduction 02. Thoughts About You Oughta Know 03. You Oughta Know 04. The Motivation Behind Writing Everything 05. Everything (iTunes Originals version) 06. How the Inspiration Behind Everything Is Similar to Head over Feet 07. Head over Feet (iTunes Originals version) 08. The Most Ironic Thing About Ironic 09. Ironic (iTunes Originals version) 10. How to Ruin Your Life in Eight Easy Steps 11. Eight Easy Steps 12. Thank U Is a Prayer 13. Thank U (iTunes Originals version) 14. Finding Excuses 15. Excuses (iTunes Originals version) 16. The Therapy Behind Hands Clean 17. Hands Clean (iTunes Originals version) 18. The Most Gratifying Moments for Me 19. Utopia 20. Why the Album Is Called So-Called Chaos 21. Out Is Through
So-Called Chaos_2004 01. Eight Easy Steps 02. Out Is Through 03. Excuses 04. Doth I Protest Too Much 05. Knees of My Bees 06. So-Called Chaos 07. Not All Me 08. This Grudge 09. Spineless 10. Everything
Feast On Scraps_2002 01. Fear of Bliss 02. Bent 4 U 03. Sorry To Myself 04. Sister Blister 05. Offer 06. Unprodigal Daughter 07. Simple Together 08. Purgatorying 09. Hands Clean (Acoustic)
Under Rug Swept_2002 01. 21 Things I Want in a Lover 02. Narcissus 03. Hands Clean 04. Flinch 05. So Unsexy 06. Precious Illusions 07. That Particular Time 08. A Man 09. You Owe Me Nothing in Return 10. Surrendering 11. Utopia
MTV Unplugged_1999 01. You Learn 02. Joining You 03. No Pressure over Cappuccino 04. That I Would Be Good 05. Head over Feet 06. Princes Familiar 07. I Was Hoping 08. Ironic 09. These R the Thoughts 10. King of Pain 11. You Oughta Know 12. Uninvited
Supposed Former Infatuation Junkie_1998 01. Front Row 02. Baba 03. Thank U 04. Are You Still Mad 05. Sympathetic Character 06. That I Would Be Good 07. The Couch 08. Can't Not 09. UR 10. I Was Hoping 11. One 12. Would Not Come 13. Unsent 14. So Pure 15. Joining You 16. Heart of the House 17. Your Congratulations
Jagged Little Pill_1995 01. All I Really Want 02. You Oughta Know 03. Perfect 04. Hand in My Pocket 05. Right Through You 06. Forgiven 07. You Learn 08. Head over Feet 09. Mary Jane 10. Ironic 11. Not the Doctor 12. Wake Up 13. You Oughta Know (Jimmy The Saint Blend)
Now Is The Time_1992 01. Real World 02. An Emotion Away 03. Rain 04. The Time of Your Life 05. No Apologies 06. Can't Deny 07. When We Meet Again 08. Give What You Got 09. (Change Is) Never a Waste of Time 10. Big Bad Love
Chapado de maconha!...Ou talvez não. «Nascido em São Cristóvão e criado em Maria da Graça e Andaraí, Marcelo D2 sempre gostou de samba, funk e black music. Foi vendedor de móveis, camelô e entrou para o showbizz graças ao incentivo de um amigo que hoje já se foi. Suas letras endiabradas traduziam com exatidão o pensamento de Skunk, atiçando sua voz. A dupla era perfeita até que o parceiro exagerou na dose e se foi prematuramente.
A perda do amigo em junho de 94 marcou profundamente a vida e a carreira de D2, que criou o selo Positivo para ajudar no tratamento de crianças portadoras do vírus HIV. Skunk era o vocalista do Planet Hemp no início desta década. Mesmo com uma verdadeira legião de fãs, a banda circulava apenas no circuito alternativo carioca.
Skunk suou a camisa em shows em todos os lugares possíveis e inimagináveis, mas não viu a dimensão que o Planet ganhou. O CD "Usuário" (95) foi dedicado a ele e vendeu 300 mil cópias e o segundo, "Os Cães Ladram mas a Caravana não Pára" (97), ultrapassou o anterior em 50 mil unidades.
No álbum de estréia de sua carreira solo, Marcelo D2 mais uma vez deixa de lado apologias ou demagogias. Produzido pelo próprio D2, Zé Gonzales e Rodrigo Nantes, Eu Tiro é Onda (98) é quase sua biografia. Conta sua história em "1967", fala o que quer na faixa-título e diverte quem é bom da cabeça, sem preconceitos, com "Samba De Primeira".
Nem poderia ser diferente. Marcelo D2 passa de Lady Zu a Mestre André, apagando de uma vez a idéia de que quem gosta de hip hop não pode gostar de samba e vice-versa. Passando da Zona Norte à Zona Sul, da Leste à Oeste, o CD manda bem como passaporte e garante passe livre entre os ritmos às próximas gerações.» (TRANSCRITO)
Qual é
A Arte do Barulho_2008 01. Arte do Barulho 02. Desabafo 03. Fala Sério 04. Pode Acreditar (meu Laiá Laiá) 05. Oquêcêqué 06. Atividade na Laje 07. Ela Disse 08. Kush 09. Meu Tambor 10. Afropunk no Valle do Rap10.Marcelo 11. Minha Missão 12. Vem Comigo que Eu Te Levo Pro Céu
Meu samba é assim_2006 01. Meu Samba é Assim 02. Sinistro 03. É Assim que Se Faz 04. É Preciso Lutar 05. Nunca Esquecer 06. Pra Que Amor 07. Lapa 08. Malandragem 09. Um Filme Malandragem 10. Falador 11. Dor de Verdade 12. Nega 13. That’s What I Get 14. Gueto 15. Carta ao Presidente
MTV Acustico_2004 1. Vai Vendo 2. A Maldição Do Samba 3. À Procura Da Batida Perfeita 4. Eu Tive Um Sonho 5. 1967 [Ao Vivo] 6. Contexto 7. Samba de Primeira 8. Encontro Com Nogueira 9. Profissão MC 10.Pilotando O Bonde Da Excursão 11.Batucada 12.Re-Batucada 13.CB (Sangue Bom) 14.Loadeando 15.Qual É?
A procura da batida perfeita_2003 01-Prá Prosperidade (Intro) 02-À Procura Da Batida Perfeita 03-Vai Vendo 04-A Maldição Do Samba 05-Pilotando O Bonde Da Excursão 06-Loadeando 07-Profissão MC 08-CB Sangue Bom 09-Batidas E Levadas 10-Re-Batucada 11-Qual É?
Hio Hop Rio_2001 01. R$ 10 Com Filipeta R$ 8,00 02. MC´s Emergentes (Mahal) 03. Estaca Zero (3 Preto) 04. Rude Boy Style (Black Alien & Speed) 05. Lenda Viva (Inumanos) 06. Pula na Muvuca (Negaativa) 07. Prioridade (BNegão) 08. Positive Sound (Núcleo Sucata Sound) 09. Aperte o Play e Aumente o P.A. 10. Zona Norte (Artigo 331) 11. A Maldição do Samba (Marcelo D2) 12. Terror na Conduta “Guerra 2″ (Esquadrão Zona Norte) 13. A Última do Disco
Eu tiro é onda_1998 01. Intro 02. 1967 03. Sessão 04. Eu Tiro É Onda 05. Mantenha O Respeito 2 06. Samba De Primeira 07. Fazendo Efeito 08. O Império Contra-Ataca 09. Espancando O Macaco 10. Eu Tive Um Sonho 11. Encontro Com Nogueira 12. Batucada 13. Baseado Em Fatos Reais
Excelentes poemas, muito bem musicados. Data de Nascimento:1970 Local de Nascimento:Coimbra Nome Verdadeiro:João Paulo Simões País de Origem:Portugal
«A história da música moderna portuguesa não podia ser escrita sem o nome de JP Simões, músico de muitos talentos e escritor de fábulas bêbadas. Lá bem atrás, na Lisboa dos 90’, JP Simões encontra Luís San Payo, membro dos Pop Dell’Arte. Conversa puxa conversa, guitarra puxa guitarra e dali até integrar a banda do lendário João Peste foi um pulo: o resultado deste encontro foi o álbum Sex Symbol, lançado em 1995.
No mesmo ano, regressa a Coimbra, cidade que o viu nascer, e agarra com genialidade os Belle Chase Hotel, banda que viria a dar muito que falar com os álbuns Fossanova (1998) e La Toilette des Étoiles (2000). Em 2003, o cantor mergulha na megalómana missão de escrever a Ópera do Falhado, uma comédia musical com encenação de João Paulo Costa e com música de JP Simões e Sérgio Costa. Um ano depois é editado o álbum Exílio do Quinteto Tati, formação que deambula pelas valsas, tangos, rumbas e que conta, com um sexteto de excelentes músicos latino-americanizados.
Chegamos a 2007 e JP Simões assina aquela que viria a ser a sua obra-prima: 1970 é considerado o álbum do ano em muitas publicações de prestígio e não é para menos. O disco apresenta um conjunto de canções absolutamente maravilhosas onde está bem evidente um piscar de olho ao génio de Chico Buarque. Mas não se pense que é só Chico Buarque que influencia a música de JP Simões: David Bowie, Tom Waits, Tom Jobim, João Gilberto, Leonard Cohen, Cole Porter e Sérgio Godinho são alguns dos astros a quem o músico recorre frequentemente para escrever e compôr a sua belíssima música.
Boato é o segundo disco a solo de JP Simões, trabalho gravado ao vivo nos Jardins de Inverno do Teatro São Luíz, em Lisboa, com edição Cantigas da Rua. Boato contém doze temas inéditos, algumas canções dos Belle Chase Hotel, Ópera do Falhado e Quinteto Tati.» (TRANSCRITO)
Boato_2009 1) A Queda de Ícaro 2) Lenda do Homem Pássaro 3) O Menino Negativo 4) Ele é que Não 5) Suor e Fantasia 6) Tango do Antigamente 7) Eu Um Dia Hei-de Ter Poder 8) A Flor da Vida, A Arte do Encontro, etc. 9) Carta Tardia 10)Joana Francesa 11)Se por Acaso (com Luanda Cozetti) 12)Canção da Carne Crua 13)Nimarói 14)La Toilette des Étoiles 15)Interlúdio Comercial 16)Música Impopular 17)Ela Vai e Vem 18)Vou Sair Para Comprar Cigarros 19)Uma Para o Caminho 20)São Paulo 451 21)Epílogo: Canção do Jovem Cão (com Manuel João Vieira)
1970_2007 1. Fábula Bêbada 2. 1970 (Retrato) 3. O Vestido Vermelho 4. Só Mais Um Samba 5. Inquietação 6. Lili & O Americano 7. Micamo 8. Capitão Simão 9. O Trovador Entrevado 10.Se Por Acaso (Me Vires Por Aí) 11.Werther
Este álbum (FREE POP) foi um dos álbuns que marcou a minha juventude. Cheguei mesmo a assistir a um espectáculo desta banda, no saudoso ROCK RENDEZ VOUZ. Era do mais inovador e melhor que se fazia em Portugal. «Os Pop Dell'Arte formaram-se no Bairro de Campo de Ourique em Lisboa em 1984, tendo João Peste como vocalista, Zé Pedro Moura como guitarrista, Ondina Pires como baterista, Paulo Salgado como baixista e Luís Saraiva como percussionista. No dia 11 de Fevereiro de 1985, gravam no estúdio da Musicorde em Campo de Ourique uma maqueta com quatro temas (Sonhos Pop, Turin Welisa Strada, Bladin e Eastern Streets) com a qual decidem concorrer à 2ª edição do concurso de música moderna do Rock Rendez-vous. Apesar do prémio principal ir para os THC (projecto ligado aos Xutos e Pontapés, que aliás tinham feito sempre parte do júri), acabam por vencer o prémio de originalidade na final disputada a 5 de Maio, recebendo elogios unânimes da crítica que acaba por os considerar, como por exemplo, António Sérgio do programa Som da Frente da Rádio Comercial: a melhor banda em concurso.
Em 1986 João Peste cria a editora Ama Romanta que lança, em Maio desse ano, o álbum "Divergências" onde aparecem, além dos Pop Dell’Arte e de uma entrevista ao sociólogo Paquete de Oliveira feita por João Peste, nomes como Mler Ife Dada, Croix Sainte, Anamar, Essa Entente, Linha Geral, SPQR, A Jovem Guarda, Linha Geral, Bye Bye Lolita Girl, Grito Final, Bastardos do Cardeal, Magudesi, Extrema Unção e Os Cães, A Morte & o Desejo, entre outros.
A Ama Romanta vai manter-se em intensa actividade até ao início dos anos 90 editando vários discos de enorme importância musicológica de nomes como Mão Morta, Mler Ife Dada, Telectu, Sei Miguel, Anamar, João Peste & o Acidoxi Bordel, Linha Geral, Nuno Canavarro, Tó Zé Ferreira, Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre!, PSP, Cães Vadios, Pascal Comelade e, obviamente, Pop Dell’Arte. Durante esse período várias capas históricas são assinadas por nomes como os de Nuno Leonel, Alberto Faria, António Palolo, Vasco Colombo, Mateus Lorena e até mesmo João Peste e Ondina Pires.
Em Outubro de 1986, dão o seu primeiro concerto fora de Portugal, na Discoteca El Kremlin em Vigo, juntamente com os Mão Morta, tendo Rafael Toral como novo elemento. Em Novembro do mesmo ano, após a morte de Luís Saraiva entram para estúdio para gravar o seu primeiro disco, o máxi-single Querelle/ Mai 86 editado pela Ama Romanta em Fevereiro de 1987, com produção de Nuno Rebelo, Amândio Bastos e Pop Dell’Arte.
O seu álbum estreia Free Pop, já com Luís San Payo na bateria, para substituir Luís Saraiva, é editado em Dezembro de 1987 e inclui vários clássicos da banda como Rio Line, Avanti Marinaio, Turin Welisa Strada e Berlioz , além de Juramento Sem Bandeira onde João Peste canta em dueto com Adolfo Luxúria Canibal dos Mão Morta.
Tendo sido considerado posteriormente um dos álbuns mais importantes de sempre da história da música pop e moderna feita em Portugal, “Free Pop”, em 1999, aparece no livro sobre os 100 álbuns mais importantes de música popular portuguesa do 2º milénio, editado pela FNAC, e na lista dos 20 melhores álbuns do século XX do Diário de Notícias. A crítica do jornal musical britânico Sounds atribui-lhe 4,5 pontos (em 5 possíveis), embora o Jornal Blitz em 1987 o tivesse colocado apenas em 10ª posição na lista dos melhores portugueses desse ano.» (TRANSCRITO)
Pop Dell' Arte - My Funny Ana Lana (Official Videoclip) 1995
POPlastik 1985-2005_2006 1. Querelle 2. Sonhos Pop 3. (J'ai Oublié ) All My Life 4. Stranger Than Summertime 5. My Funny Ana Lana 6. Illogik Plastik 7. Janis Pearl 8. Rio Line 9. Avanti Marinaio 10.Turin Welisa Strada 11.Sprung Aus den Wolken 12.Mrs.Tyler 13.No Way Back 14.O Amor É... Um Gajo Estranho! 15.Esborrre 16.2002 (Neu Erotik Mix) 17.Litlle Drama Boy 18.Poema Para Noiva Circular Em Betão Armado Plástico Cor-De-Rosa Com Rádio Digital Programado Em FM 19.Poppa Mundi 20.So Goodnight
INDISPONIVEL
Free Pop_1987 01. Berlioz 02. Rio Line 03. Loano & Lyane Noah 04. Avanti Marilano 05. Dell'arte Je M'Enroque 06. Il Latão 07. Turn Welisa Strada 08. Bladin 09. Poligrama 10. Juramento Sem Bandeira