segunda-feira, 27 de junho de 2011

ASA (Diz-se: Asha) - Mais som com "aroma" a Nigéria. Simplicidade e beleza.

Mais uma "menina" negra com um som lindo!... E singela simpatia.

Bukola Elemide ou Asa (pronuncia-se: Asha), é uma cantora e compositora francesa de origem nigeriana. O seu nome artístico, "Aṣa", significa "gavião" em iorubá (idioma da família linguística nigero-congolesa).

Asa, nasceu em Paris, filha de nigerianos. Tinha apenas dois anos quando sua família voltou a morar na Nigéria. Asa cresceu em Lagos, na parte sudoeste da Nigéria. Aos doze anos estudava em uma das melhores escolas da Nigéria.

Lançou o seu primeiro álbum em 2007, Asa, uma mistura de soul, folk e jazz, tudo inteligentemente misturado com as suas raízes africanas.

Em 2010 presenteou-nos com o seu segundo álbum, Beautiful Imperfection . Na minha opinião uma bela prova de que a imperfeição é por vezes belíssima.

Asa (asha) - Fire on the Mountain


DISCOGRAFIA COMPLETA:

Beautiful Imperfection_2010

1. Why Can’t We
2. Maybe
3. Be My Man
4. Preacher Man
5. Bimpé
6. The Way I Feel
7. OK OK
8. Dreamer Girl
9. Oré
10.Baby Gone
11.Broda Olé

(INDISPONIVEL)

Asha_2007

01 - Jailer
02 - 360 Degrees
03 - Bibanke
04 - Subway
05 - Fire On The Mountain
06 - Eye Adaba
07 - No One Knows
08 - Awe
09 - Peace
10 - So Beautiful

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ASA (asha) - « BE MY MAN » [OFFICIAL MUSIC VIDEO HD]

sexta-feira, 24 de junho de 2011

NNEKA (pronuncia-se: E-NEI-CAH) - Ainda estou a "descobrir" mas já deu para perceber que vale a pena. Muito bom!

Depois de sons como os de Fela Kuti e Keziah Jones, mais um óptimo som de origens Nigerianas...

... Desta vez no feminino.

Love


«Nascida em Warri, a "cidade do petróleo", na Nigéria, Nneka, 27, tem muito a contar. Atualmente, ela trafega entre a terra natal, onde mora seu pai, e Hamburgo, na Alemanha, para onde se mudou aos oito anos, por motivos sobre os quais ela pouco fala. "Nunca foi minha intenção vir para cá [Hamburgo]. Tive problemas pessoais e, por coincidência, estava na Alemanha na época, mas sou mais africana do que européia." Formada em antropologia, Nneka canta desde sempre, mas, só nos últimos três anos transformou seu hobby em profissão.


"Nunca tive chance de fazer música. Minha família não tem nada a ver com a música. Meu pai é um arquiteto que se tornou fazendeiro. Sobre minha mãe [que é alemã], sei pouco. Não cresci com ela.


"Escrevia sempre que sentia saudades da Nigéria. Quando estava sozinha. Era uma terapia para lutar contra a tristeza."

Neste ponto, a influência do conterrâneo Fela Kuti, o criador do afrobeat, se sobrepõe à do hip hop norte-americano ou à do reggae jamaicano, dois ritmos marcantes no diversificado estilo de Nneka.
"Fela Kuti é uma grande inspiração para todos os nigerianos. Ele e sua luta pela democracia e pela liberdade artística", diz. "Fela é o rei do afrobeat; um dos pais da música africana. Ele era capaz de exprimir as vontades do povo."
Cantora nigeriana radicada na Alemanha lança segundo disco, "No Longer at Ease", e arrebanha críticas elogiosas ao fundir ritmos como funk, afrobeat, hip hop, jazz e soul.
Nneka é bela e tem uma belíssima voz. Seu marcante acento e sua rebelde cabeleira, penteada em estilo black power, revelam suas origens africanas, declaradas também em letras e rimas. Rimas essas que versam ainda sobre as mais íntimas aflições da moça, embaladas por reggae, rap, jazz, funk, trip hop, soul. Com tudo isso, dá para entender porque publicações como o jornal inglês "Sunday Times" e os franceses "La Marseillaise" e "Libération", entre outros, a apresentam como "a nova Lauryn Hill". A comparação faz sentido, e a diva americana e sua extinta banda, o Fugees, são, declaradamente, uma de suas referências. Mas Nneka Egbuna tem personalidade e atitude de sobra para ser mais do que apenas uma sucessora de "miss Hill". E se a aposta dos críticos estiver correta, seu primeiro disco, "Victim of Truth" (2005), teria sido um "best-seller global" se lançado em Nova York.

Se a estréia impressionou, em "No Longer at Ease", álbum que saiu neste ano no exterior, Nneka aprimora suas influências e, pela primeira vez, é ouvida pelo grande público. Foi graças a ele que as pessoas descobriram o CD anterior. E é também por ele que seu nome figura no line-up de festivais europeus ou abrindo para artistas como Sean Paul e a dupla Gnarls Barkley. A cantora nigeriana, Nneka é mais que uma cantora. Nneka é uma voz política e de intervenção, que faz mais do que mostrar a sua música. De aspecto aparentemente singelo, com ar de menina rebelde, assim é Nneka. Sendo possuidora de dotes vocais invejáveis, Nneka canta as suas músicas, quase que seguindo um ritual de explicação das mesmas. E é nisso que Nneka difere de outras cantoras soul: a jovem nigeriana conseguiu criar um ambiente de convívio entre o público, mantendo uma conversa divertida e por vezes emotiva. Nneka apelou diversas vezes para temas como a tolerância e o amor, sendo digna de nota, a altura em que, descrevendo o amor de forma bastante completa, a cantora sugeriu que todos "comessem amor, digerissem amor e..." (segundo palavras da própria). E o curioso é que nada disto foi dito com tom de malícia, como que sabendo de antemão que iria dizer algo chocante para alguns.


Nneka fala como uma criança, de coração e mente abertos, mas com uma consciência social e política madura e acima da média. A cantora não se coibi de falar sobre os problemas de corrupção existentes na Nigéria, especialmente devido à exploração abusiva de petróleo no delta do rio Níger, local onde nasceu e cresceu. A nigeriana não é dada a grande exposição pública, sendo que raras vezes se expunha a grandes planos ou focos, como que estando constantemente no seu pequeno mundo, tentando sentir e sofrer a sua própria música. Nneka deu primazia, sobretudo aos membros da sua banda, aos quais se nota que possuí uma grande intimidade. Detentora de uma voz inconfundível, Nneka surgiu maioritariamente com temas do álbum "No Longer At Ease", mas também brinda o público com muitos bons temas do seu disco de estreia "Victim of Truth". À banda, composta por um baixista, um teclista, um baterista e um guitarrista, nota-se que lhe é permitido explorar a sua criatividade momentânea, havendo espaço para frequente improviso.

Ainda que a Nigéria seja o principal tema das canções de Nneka, e suas ruas o cenário de seus clipes -todos disponíveis no YouTube-, ela concorda que jamais teria feito um disco como "No Longer at Ease", ou mesmo "Victim of Truth", se estivesse morando na África. "Se não tivesse saído de lá, jamais teria tido a chance de viver por mim mesma e de ver certas coisas", acredita. Além disso, Nneka não teria conhecido o DJ alemão Farhot, que delineou a sonoridade de seus dois álbuns -o segundo teve ainda a participação do produtor francês Jean Lamoot, conhecido por trabalhos com Salif Keita e Noir Desir. Em ambos, Nneka se reveza rimando e cantando num estilo muito próprio. "Se tivesse que colocar em uma categoria, o primeiro disco é hip hop, afro hip hop e soul", afirma. "Já "No Longer at Ease" não sei como definir. É um CD repleto de diversidade e, ao mesmo tempo, muito pessoal. Fala de temas que me tocam muito seriamente. Diria que é louco." E é por essa diversidade, certa dose de loucura e originalidade, que Nneka deve dar o que falar daqui para a frente.»
(TRASCRITO DE:Bloco Operatorio )

DISCOGRAFIA COMPLETA:

J.PERIOD & NNEKA PRESENT – THE MADNESS (ONYE-ALA)_2010

1. Can You Hear? (Intro)
2. Let the Madness Begin (J.Period Exclusive)
3. Wake Up World (Interlude)
4. Wake Up Africa (J.Period Remix)
5. The Uncomfortable Truth
6. Untainted Love feat. Damian Marley (Interlude)
7. Spread Love (Brooklyn to Zion) (J.Period Remix)
8. Human Rights (Interlude)
9. Changes (J.Period Remix) feat. M-1 & General Steele
10. Conscious Lyrics (Interlude)
11. Gypsy/Infamous (J.Period Exclusive)
12. Hip Hop Comes From Africa (Interlude)
13. Walking (J.Period Remix) feat. Jay Electronica
14. In Transit (Interlude)
15. Show Love (J.Period Remix) f. Rakaa (Dilated Peoples) & Aceyalone
16. For the Good of Humanity (Interlude)
17. God of Mercy (J.Period Remix) f. Zumbi (Zion I)
18. Suffri (Nigerian in Berlin Remix) feat. Fela Kuti
19. Perseverance is Character (Interlude)
20. Strength/Kangpe (J.Period Dubplate) f. Big Boi (Outkast)
21. Heartbeat (J.Period Remix) feat. Talib Kweli
22. In the Heart of Man (J.Period Exclusive)
23. Symptoms of My Madness (Outtro)

[ Bonus Mix: J.Period Dubplates ]
24. Mind vs. Heart (J.Period Dubplate) f. 2Pac
25. Changes 2 (J.Period Dubplate) feat. Lauryn Hill & John Forte
26. Walking 2 (J.Period Dubplate) feat. Nas

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Concrete Jungle_2010

01. Showin' Love
02. The Uncomfortable Truth
03. Mind Vs. Heart
04. Heartbeat
05. Come With Me
06. Kangpe (feat. Wesley Williams)
07. Africans
08. Suffri
09. From Africa 2 U
10. Walking
11. Focus
12. God Of Mercy

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No Longer At Ease_2008

01 Death
02 Heartbeat
03 Mind Vs. Heart
04 Walking
05 Suffri
06 Come With Me
07 Gypsy
08 Halfcast
09 Something To Say
10 Street Lack Love
11 Niger Delta
12 From Africa 2 U
13 Running Away
14 Focus
15 Kangpe
16 Deadly Connection

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Victim of Truth_2005

01. Intro
02. Stand Strong
03. Uncomfortable Truth
04. Beautiful
05. Africans
06. Quit
07. Changes
08. Material Things
09. Burning Bush
10. Confession
11. Showin’ Love
12. Warrior
13. In Charge
14. Make Me Strong
15. God Of Mercy
16. Your Request

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Africans

terça-feira, 21 de junho de 2011

KOOP - Vestem "munta" mal mas fazem um sonzinho bem porreiro, estes "manos"!

Pelos vistos nunca dei a devida atenção ao som desta dupla.
Estou agora a fazê-lo e parece que vale a pena.




Summer Sun


«(...)"banda" neo-jazz que aprecio há bastantes anos. Refiro-me aos suecos Koop, composta somente pelo duo Magnus Zingmark e Oscar Simonsson, que praticam uma sonoridade electronica/jazz muito elaborada.

Eles vivem em estado de graça (curisoamente a expressão utilizada para o best of deles, que no entanto, tem um outro significado relacionado com o ponto do declinio). Com uma colectânea como "Coup de grâce" por aí nos escaparates, nada melhor que revisitar a discografia dos Koop. Uma tarefa que me levará a cingir, desta vez (espero fazer um outro complementar a este), pelos registos em nome próprio, descartando as imensas edições de remixes que foram surgindo.

O primeiro álbum dos Koop foi o ponto de encontro que tive, devido ao projecto estar associado à corrente trip-hop. Na verdade, este primeiro álbum não era simplesmente trip-hop pois com ele os Koop pareciam pretender encontrar um rumo criativo e assimilaram diversos estilos das então novas tendências da altura. Há maioritariamente trip-hop mas também algum drum'n'bass, downtempo, jazzy vibes e até uma ligeira pincelada house.

Há traços em comum com projectos como os Massive Attack (também os vocalistas são todos contratados), os The Avalanches (é tudo à base de samples mas os Koop usam-nos com um sentido de recriar um som de banda maior e não os recortes de corta-e-cola), há um permanente tom jazzy como faziam os De-Phazz nos anos 90 e no inicio uma sensibiliadde delicada de arranjos que faziam lembrar os Alpha (quando estes começaram) e por fim, uma capacidade (no inicio) de criar uma atmosfera sonora como os Thievery Corporation, de contornos melancólicos, dolentes e algo depressivos como muito bem faziam os Portishead.
Depois evoluíram e passaram a recriar uma sonoridade mais neo-jazz dançante para ambientes chill-out, muito semelhante a Nicola Conte por exemplo, o que neste género faz dos Koop os reis deste estilo.

"Sons of Koop" é um dos melhores álbuns que a minha estante de CD's alberga. Este álbum parece ter sido concebido com a mesma matéria que povoa os nossos sonhos (e pesadelos), onde recriar sonoramente uma estranha viagem pelos confins do sonho, com as mudanças de rumo não-linear típicas de quando estamos a sonhar.
Logo pelo arranque com o curto instrumental "Introduktion", seguido da impressionante "Glömd" (voz de Cecilia Stalin), que a sensação desta sonoridade fresca e revigorante se instala. Eu vejo este registo como uma requintadada arquitectura sónica, cujo inicio é jazzistico q.b. (com pinceladas de batida house), contudo, a mutação do som conduz-nos a um pesadelo depressivo de expressão trip-hop (a fabulosa faixa "Psalm") maquinal, e evolui para faixas onde tanto o ar pode ser rarefeito (em "Bjarne Riis") ou arrancar para o espaço sideral (com "Absolute Space").
O pesadelo instala-se e o que se sucede é tranquilidade ("Words of Tranquility") e um pedido de salvação (com a magistral "Salvation" a melhor canção do álbum) em voz soul. E chega realmente o apziguamento, quer por poesia (que se escuta mesmo no fim) ou pelo admitir que tudo não é mais que um sonho (na trip-hop low-fi "Once Britten").
(...)
Com um álbum de estreia tão bom, eu próprio tinha-os na altura já num pedestal tão alto, que a longa espera por um novo registo era algo que fervia. Pois bem, ele lá chegou em 2001 e foi resgatado numa FNAC imediatamente, sem prévia escuta sequer. Foi chegar a casa e preparar-me para o mais puro deleite da electrónica dos Koop. E mal o disco começa que algo pareceu estranho demais para o que esperava.

"Epa?! Mas isto... isto é mesmo jazz. Apenas jazz, caralho?!
O que acoenteceu ao trip-hop e quejandos electronicos do "Sons Of Koop"?"
A verdade era mesmo esta:
este era um álbum de neo-jazz, cuja sonoridade continuava refrescante, com noções de execução ao estilo da electrónica mas que não se notava estar presente. Depois todo o swing imparável, som frenético, fortes linhas de contra-baixo e as mini-orquestras de suaves arranjos de cordas... foi-me conquistando aos poucos, escuta após escuta... e sim era mesmo muito bom.

Tive de admitir o óbvio: este álbum é uma obra-prima, delicada, que traz novo fôlego ao jazz, tal como um cavalo de Tróia, ele revoluciona apartir de dentro. Na altura, foi marcante e ajudou a dar nova vida a esta corrente do neo-jazz.
Sonoramente maravilhoso e puramente viciante, pois o duo Koop, recorrem á memória geral que se tem do jazz para através de samples (parece impossível mas não se toca aqui um único instrumento - é tudo samples) se recriar uma sonoridade e a devolve para ser escutada como algo puramente novo.
Arranca com uma sequência que não dá para separar: "Waltz For Koop" > "Tonight" > "Baby" > e desenboca em "Summer Sun", que foi a loucura de verão nas pistas de dança de bom gosto. Há que destacar ainda faixas como "In A Heartbeat" (maravilhosa malha com uma toda quase tribal), "Modal Mile" (só o som do trompete a inicio...) e a que termina o disco "Bright Nights" é de uma melancolia jazzy (cantada pela oriental Yukimi Nagano) magestosa.
Este é um álbum neo-jazz brilhante, aclamado pela critica e vencedor de vários prémios. Altamente recomendado!!!

Depois de um álbum tão célebre como o de 2001, que já tinha seguidores no género, os Koop regressam com uma espécie de sucessor. "Koop Islands" é isso mesmo, uma espécie de continuação onde o duo aprofunda ainda mais a sonoridade neo-jazzistica e a catapultam para o imaginário dos anos 20.

Há decórs de festejos, brilhantina nos cabelos, há plumas, mulheres sedutoras, dança-se à moda antiga (levantando o pézinho e tudo). Os Koop conseguiam-no de novo e criavam um álbum tão bom quanto o antecessor, que perde apenas por não ser tão diferente e distinto. No fundo este é mais uma sequela, apenas refém de uma sonoridade que se tornou a imagem de marca dos Koop.
A destacar: "Koop Island Blues", "Come To Me", "I See A Different You", "The Moonbounce" (enebriante), "Beyond The Sun" ou "Whenever There Is You". "Koop Islands" aparentemente sem grande mudança formal, é um bom e belissimo álbum. É Koop!

Os Koop, lançam uma nova canção na recta final de 2007/2008, para apaziguar os desejos de um novo álbum, que os próprios dizem estar atrasado (na altura e no momento) devido ao processo de complexo que usam para canceber canções só com samples.
"Strange Love" é uma bela canção, onde dá para se ter uma ideia de uma sonoridade mais luminosa e fresca. Sabe a pouco... por ser tão boa!»
(TRANSCRITO de:Ecos Imprevistos )

DISCOGRAFIA COMPLETA:

Coup De Grâce 1997-2007_2010

01. Koop Island Blues
02. Waltz For Koop
03. Come To Me
04. Forces? Darling
05. Summer Sun
06. Let's Elope
07. Tonight
08. Strange Love
09. Glömd
10. Baby
11. I See A Different You

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Koop Islands_2006

01 - Koop Island Blues
02 - Come To Me
03 - Forces....Darling
04 - I See A Different You
05 - Let's Elopz
06 - The Moonbounce
07 - Beyond The Son
08 - Whenever There Is You
09 - Drum Rhythm A (Music For Ballet Exercises)

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Waltz for Koop "Alternative Takes"_2001

1. Baby (O'Malicious Remix)
2. Tonight (Nicola Conte New Jazz Version)
3. Modal Mile (2 Banks of 4 Remix)
4. Summer Sun (Markus Enochson Remix)
5. Relaxin At Club F****n (Dorfmeister vs. Madrid de los Austrias Version)
6. Bright Nights (Rima Techno Chimp Dub Mix)
7. In a Heartbeat (Hird Remix)
8. Waltz for Koop (DJ Patife Remix)
9. Summer Sun (Carlito Remix)

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PASSWORD:www.chandias.blogspot.com

Sons of Koop_1997

01.Introduktion
02.Glomd
03.Psalm
04.Bjarne Riis
05.Absolute Space
06.Words Of Tranquility
07.Salvation
08.Jellyfishes
09.Once Britten
10.Hellsbells

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Come to me (OFFICIAL VIDEO) HQ

terça-feira, 14 de junho de 2011

ESPERANZA SPALDING - "Jazzinho" do bom!... Bem bom!

Este ano ganhou o Grammy na categoria de Artista Revelação, derrotando Justin Bieber, o principal candidato. Esta derrota levou à fúria do(A)s fãs de cantor, que atacaram com insultos páginas na internet referentes a Esperanza.

'tadinho!... Não chores, puto!... Não te esqueças dos milhões de pitas que te adoram, pá!

«A novaiorquina Esperanza Spalding é um caso especial de precocidade. Abraçou o baixo aos 15 e três anos depois já dava aula na que os especialistas chamam de a maior escola de música particular do mundo, a Berklee, em Boston. Aos 23, já tocou com ninguém menos que Pat Metheny e Joe Lovano, e foi descrita recentemente pelo apresentador David Letterman como “the coolest person we’ve ever had on the show”.

O currículo de nada valeria se ela não tocasse e cantasse (em inglês, espanhol e português!). Jazzista sem medo de ser pop, a bela negra possui dois discos na praça: Junjo, de 2006, e seu último álbum, que leva o seu primeiro nome - Esperanza, lançado em 2008.»
(TRANSCRITO)

DISCOGRAFIA COMPLETA:

Chamber Music Society_2010

01. Little Fly
02. Knowledge Of Good And Evil
03. Really Very Small
04. Chacarera
05. Wild Is The Wind
06. Apple Blossom
07. As A Sprout
08. What A Friend
09. Winter Sun
10. Inútil Paisagem
11. Short And Sweet

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Esperanza_2008

01. Ponta de areia
02. I know you know
03. Fall in
04. I adore you
05. Body & soul
06. She got to you
07. Precious
08. Mela
09. Love in time
10. Espera
11. If that's true
12. Samba em preludio

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Junjo_2006

01.The Peackos
02.Loro
03.Humpty Dumpty
04.Mompouana
05.Perazuan
06.Junjo
07.Cantora da Yala
08.Two Bad
09.Pezarela

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Esperanza Spalding - I Adore You

terça-feira, 24 de maio de 2011

ITHAKA (Darin Pappas) - Canadiano, filho de emigrantes Portugueses, hip-hoper, escultor, escritor, fotógrafo e surfista.

Há já muito tempo que eu tenho vontade de incluir este senhor neste BLOG, mas infelizmente não consigo localizar nenhum disco para download, nem tampouco uma biografia na língua de Camões.
:(
Sendo assim, aqui vai o meu melhor (Recomendo especial atenção às letras):

«Ithaka is the professional name of hip hop artist, sculptor, artistic photographer, writer and Surfer, Darin Pappas (or Pappagiannis).

Ithaka was born and raised in Southern California, but later established himself in Japan, Greece, Portugal and Brazil (where the artist currently resides).

In Lisbon he recorded his first two hip hop albums, Flowers and the Color of Paint and Stellafly. His song, "Escape From The City Of Angels" appeared on the soundtrack for Columbia Pictures' feature release, The Replacement Killers. Under the name Korvowrong, Ithaka was also the lyricist/vocalist on the track "So Get Up" by Underground Sound Of Lisbon.

Ithaka later returned to California where he recorded his third album called Somewhere South Of Somalia with producer Conley Abrams III. The lyrics from this album were written on a two month journey into east Africa. Later Ithaka relocated his base to Rio de Janeiro where he recorded his two most recent albums, Recorded In Rio and Saltwater Nomad. In 2007, he briefly returned to Portugal to record with former Underground Sound of Lisbon member DJ Vibe, providing vocals and lyrics for the track "You".

In addition to creating music, his short story series entitled, Fishdaddy Chronicles, has appeared in surfing magazines around the world including Surfer, The Surfer's Journal, Water and Transworld Surf". In 2009, his short story "Miracle At Malibu" was published in the book entitled Surf Story, a collective volume of stories and surf culture compiled by Robb Havassy.

His abstract photographic art and body of sculpture work known as The Reincarnation Of A Surfboard have been exhibited globally, his most recent solo showings were hosted by Gallery WOA (Way Of Arts) in Lisbon, Portugal in November 2007, The Camp in Costa Mesa, California in June 2010 and Gallery Alma Do Mar in São Paulo, Brazil in October 2010.

At present the artist creates most of his works at Recanto Akahti, his small ranch in rural South America located on the edge of the Atlantic Rainforest in AkahtiLândia, Brazil.»
(TRANSCRITO)

ITHAKA - Stellafly ..............(spoken-word story-song, 1997)


ITHAKA - Seabra Is Mad


ITHAKA - Alabama Cave Party(featuring Ace)




TALVEZ ESTA ENTREVISTA SEJA MAIS INTERESSANTE QUE A BIOGRAFIA EM INGLÊS!

PARTE 1: ÍTHAKA (no programa, O Mundo Ao Contrário) 2009

PART 2: ÍTHAKA (no programa, O Mundo Ao Contrário) 2009

PARTE 3: ÍTHAKA (no programa, O Mundo Ao Contrário) 2009

quinta-feira, 19 de maio de 2011

CLÃ - O Disco Voador dos Clã "aterrou" no Muzica Putz.

Este post serve de complemento ao post dedicado aos Clã que eu tinha feito no mês 04 de 2008(É só procurar através do motor de busca do BLOG).

Disco Voador_2011

01. Amigo do peito
02. Paf e puf
03. Os embeiçados
04. Impaciente
05. Asas delta
06. Chocolatando
07. O meu a meu dono
08. Cantiga de embalar a minha mãe
09. Loja do mestre hermeto
10. Curta metragem
11. Velho bebe
12. Infra herói
13. Arco-iris
14. Os que pairam

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PASSWORD:www.wareztuga.ws

"Embeiçados" -No Teatro Municipal de Vila do Conde

terça-feira, 5 de abril de 2011

PJ HARVEY - G'anda maluka!

Depois de vê-la em Vilar de Mouros no ano de 2004, é que me apercebi do seu valor.
Rock de alta qualidade... E "no femenino"!

«"PJ Harvey" nasceu Polly Jean Harvey no dia 9 de outubro de 1969. A menina cresceu na fazenda de sua família em Corscombe, Inglaterra. Seus pais fazendeiros (pai caçador e mãe artista) colocaram a menininha em contato com a música logo cedo, num tempo em que música de fazenda era blues. Assim ela logo se acostumou com o som da triste música dos corações sofredores. Alguns dos artistas mais presentes na infância musical de Polly eram Captain Beefheart e Bob Dylan. Quando adolescente, Polly começou a passar para o outro lado da música, o lado de quem a faz. Primeiro tocando saxofone num grupo de oito músicos, o Boulogne, e depois compondo para o trio Polekats, que tocava em pubs locais.

Após ter freqüentado um breve curso universitário de artes, e de sua retomada do saxofone em outro grupo musical (por 2 anos e meio), Polly muda-se para Londres no ano de 1991. Sua intenção inicial era conseguir a graduação em artes, mas em pouco tempo a música volta a ocupar lugar de louvor em sua carreira.

Foi associando-se ao baixista Ian Olliver e ao bateirista Rob Ellis (que também tomava conta dos backing vocais) que PJ formou sua "banda", ou melhor, seu "trio", o "PJ Harvey". Com eles, ainda em 1991, ela gravou os demos "Dress" e "Sheela-na-Gig", ambos indie rock com refrões deliciosos e uma performance vocal que viriam a arrancar elogios rasgados da crítica. O selo londrino "Too Pure" interessou-se pelo trabalho da moça e contratou seu trio. Assim surgia o single de sucesso "Dress", gravado no estúdio "Icehouse", em Yeovil, Somerset.

PJ Harvey começou o ano de 1992 lançando, em fevereiro, outro single bem recebido pela crítica, o "Sheela-na-Gig". Um mês depois, em março, ela lançaria aquele que é considerado por muitos, até hoje, sua obra prima: o álbum "Dry". Entre as 11 faixas que compõem "Dry" estão as músicas "Dress", "Sheela-na-Gig" e os destaques as "Oh My Lover" e "Water". A mítica revista Rolling Stones proclama PJ Harvey a compositora do ano (1992) por "Dry".

O álbum seguinte sairia em 1993. É um dos melhores títulos da PJ: "Rid Of Me" (algo como "Livre de Mim"). Numa primeira escutada, este álbum soa mais pesado que os anteriores, e a impressão que se tem é a de que todo esse peso esmaga a melodia. O grande destaque é a música "Dry", uma das melhores que a cantora já compôs (e também uma de suas e melhores performances vocais). No entanto, "Rid of Me" não fez tanto sucesso com a crítica quanto "Dry", apesar de ter vendido bem.

O sucesso comercial de "Rid of Me" deu a idéia à Island Records, então gravadora de PJ, de lançar, em outubro, o álbum "4 Track Demos", totalizando 4 lançamentos neste mesmo ano, já que para promover "Rid of Me" foram lançados os singles "50Ft Queenie" e "Man-Size". Além disso, o trio de PJ Harvey passou praticamente o ano inteiro em turnê, o que fez de 1993 o ano mais agitado da carreira da cantora.

1994 começou com a saída do baterista Rob Ellis. PJ Harvey decidiu encarar a saída do músico como um pivô para uma mudança nos rumos de seu trabalho. Entre um projeto paralelo e outro (ela cantou a música "Satisfaction", dos Rolling Stones, junto com a cantora islandesa Bjork na cerimônia do British Awards; lançou seu único vídeo oficial até então, o "Reeling", baseado na turnê de "Rid of Me"; gravou a música "The Ballad Of A Soldier's Wife" para o filme tributo "September Songs", de Kurt Weill, entre outras coisas), Polly passa o ano de 1994 inteiro por conta de escrever o novo álbum e conseguir novos músicos para sua banda. Este novo álbum viria a ser gravado durante os meses de Novembro e Dezembro, nas cidades de Londres e Dublin.

No começo de 1995 Polly já era vista essencialmente como uma artista solo. Em fevereiro deste mesmo ano ela lança "To Bring You My Love", seu maior sucesso comercial até então. Este álbum foi precedido pela maravilhosa "Down By The Water" e complementado pelos singles "C'mon Billy" (maravilhoso!) e "Send His Love To Me".

Para a turnê mundial promocional de "To Bring You My Love", Polly contrata os músicos John Parish, Eric Drew Feldman (ex - "Captain Beefheart"), Joe Gore (ex - "Tom Waits"), Jean-Marc Butty e Nick Bagnall. Ela adota elementos de performance teatral em suas apresentações (incluindo aquela maquiagem muito louca pela qual ela viria a ser reconhecida durante muito tempo).

Polly Jean Harvey começa o ano de 1996 envolvida em colaborações com outros artistas. A primeira delas é um dueto com Nick Cave na música "Henly Lee", o qual rendeu um CD (single) que traz na capinha uma foto dos dois se beijando. O single faz muito sucesso, entrando inclusive para o TOP 20 do Reino Unido. Ah, sim: "Henry Lee" é uma música mórbida, mas muito boa (aliás, tudo que tem o Nick Cave no meio é mórbido...). Polly ainda contribuiu com vocais em outra faixa do álbum "Murder Ballads" (brrrr!) do Nick Cave. Nesta época surgiram muitos boatos de que os dois, a explosiva PJ e o mórbido Nick Cave, estariam tendo um caso amoroso. Verdade ou não, PJ nunca mais seria a mesma depois de seu contato com Nick Cave, a partir do qual suas músicas adquirem um quê de humor negro que está presente até o seu último disco.

Em setembro de 1996 PJ Harvey lança, juntamente com John Parish, o álbum "Dance Hall At Louse Point". A parceria entre os dois músicos resume-se em PJ escrever as letras e cantar sobre as músicas de Jonh. O resultado é muito bom mesmo, com destaques para a bela "Lost Fun Zone" e para faixa título. O álbum ainda rende um single, "That Was My Veil" e um vídeo para "Is That All There Is?".

1997 viria a ser um ano calmo e voltado para a reflexão de PJ. Ela não lança nada neste ano e só aparece eventualmente na mídia para a divulgação de algumas compilações que levaram algumas de suas músicas, entre elas a compilação com as músicas do tributo de Kurt Weill, "September Songs" (gravado em 1994).

Polly começa o ano de 1998 gravando voacis com o cantor "Tricky" (outro sujeito muito mórbido) na música "Broken Homes". Em setembro ela lança seu novo álbum, "Is This Desire?", que dá um novo rumo à sua carreira. Com músicas mais tristes, algumas delas baseadas mais na voz do que na melodia (ver "Catherine"), PJ entra novamente em evidência, e a crítica mundial recebe "Is This Desire?" de braços abertos. A cantora recebe nomeações para o Grammy e para o Brit Awards pela terceira vez em sua carreira, além de se tornar a primeira artista da história a receber três indicações para o Mercury Music Prize. Uma turnê é iniciada e dois singles são lançados para dar suporte a "Is This Desire?": "A Perfect Day Elise" e "The Wind". Os grandes destaque do álbum são "A Perfect Day Elise" (talvez a coisa mais alegre do CD) e a faixa título, um blues com um vocal maravilhoso sobre um baixo arrasador.

Polly passou os dois anos seguintes praticamente por conta de seu último álbum, o excelente "Stories From The City, Stories from the Sea". "Stories From The City, Stories from the Sea" é o resultado da inspiração de um tempo que PJ passou em Nova York. O disco é dominado por paisagens urbanas ("Good Fortune", "Big Exit", "This Mess We're In"), entre um momento bucólico - leia-se: do mar - e outro ("We Float", "Down by the Water"). Produzido por PJ Harvey, Mick Harvey e Rob Ellis, "Stories From The City..." é um tremendo sucesso de vendas no mundo todo. Ele só deu origem a um single, lançado no Reino Unido, o "Good Fortune". Thom Yorke, o líder do Radiohead e grande amigo de PJ Harvey, fez backing vocal em duas músicas e cantou em "This Mess We're In" (um dueto maravilhoso!). Polly, para variar, recebeu indicações ao Grammy, ao Mercury Music Prize e ao Brit Awards. Ganhou um Grammy especial por melhor performance de rock - feminina - em "This Is Love" (merecidamente!!).»
(TRANSCRITO)

The Last Living Rose


DISCOGRAFIA COMPLETA( Excepto o 1º álbum que não encontro nem por nada):

Let England Shake_2011

01. Let England Shake (03:09)
02. The Last Living Rose (02:20)
03. The Glorious Land (03:34)
04. The Words That Maketh Murder (03:45)
05. All and Everyone (05:39)
06. On Battleship Hill (04:07)
07. England (03:09)
08. In The Dark Places (02:58)
09. Bitter Branches (02:29)
10. Hanging in the Wire (02:42)
11. Written on the Forehead (03:40)
12. The Colour of the Earth (02:32)

(INDISPONIVEL)

A Woman A Man Walked By_2009

1 Black Hearted Love
2 Sixteen, Fifteen, Fourteen
3 Leaving California
4 The Chair
5 April
6 A Woman a Man Walks By / The Crow Knows Where All the Little Children Go
7 The Soldier
8 Pig Will Not
9 Passionless, Pointless
10 Cracks in the Canvas

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White Chalk_2007

1."The Devil" – 2:58
2."Dear Darkness" – 3:10
3."Grow Grow Grow" – 3:23
4."When Under Ether" – 2:25
5."White Chalk" – 3:13
6."Broken Harp" – 1:59
7."Silence" – 3:11
8."To Talk to You" – 4:01
9."The Piano" – 2:37
10."Before Departure" – 3:49
11."The Mountain" – 3:11

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The Peel Sessions_2006

01.Oh my lover
02.Victory
03.Sheela-Na-Gig
04.Water
05.Naked cousin
06.Wang Dang Doodle
07.Losing ground
08.Snake
09That was my veil
10.This wicked tongue
11.Beautiful feeling
12.You come through

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Uh Huh Her_2004

1."The Life & Death of Mr. Badmouth" – 4:53
2."Shame" – 2:33
3."Who the ~censored~?" – 2:09
4."Pocket Knife" – 3:44
5."The Letter" – 3:22
6."The Slow Drug" – 3:25
7."No Child of Mine" – 1:08
8."Cat on the Wall" – 3:03
9."You Come Through" – 2:48
10."It's You" – 4:13
11."The End" – 1:23
12."The Desperate Kingdom of Love" – 2:44
13.Untitled ("Seagulls") – 1:11
14."The Darker Days of Me & Him" – 4:34

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Stories From The City, Stories From The Sea_2000

1."Big Exit"
2."Good Fortune"
3."A Place Called Home"
4."One Line"
5."Beautiful Feeling"
6."The Whores Hustle and the Hustlers Whore"
7."This Mess We're In"
8."You Said Something"
9."Kamikaze"
10."This Is Love"
11."Horses in My Dreams"
12."We Float"
13."This Wicked Tongue" (UK & Japan bonus track)

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Is This Desire?_1998

1."Angelene" – 3:34
2."The Sky Lit Up" – 1:52
3."The Wind" – 4:01
4."My Beautiful Leah" – 1:59
5."A Perfect Day Elise" – 3:06
6."Catherine" – 4:05
7."Electric Light" – 3:04
8."The Garden" – 4:12
9."Joy" (Ellis, Harvey) – 3:40
10."The River" – 4:52
11."No Girl So Sweet" – 2:45
12."Is This Desire?" – 3:25

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PJ Harvey & John Parish - Dance Hall At Louse Point_1996

01 - Girl (1:29)
02 - Rope Bridge Crossing (5:10)
03 - City Of No Sun (2:14)
04 - That Was My Veil (3:01)
05 - Urn With Dead Flowers In A Drained Pool (3:03)
06 - Civil War Correspondent (4:23)
07 - Taut (3:15)
08 - Un Cercle Autour Du Soleil (5:07)
09 - Heela (3:19)
10 - Is That All There Is (5:11)
11 - Dance Hall At Louse Point (2:10)
12 - Lost Fun Zone (1:28)

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OU:
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To Bring You My Love_1995

1. To Bring You My Love
2. Meet Ze Monsta
3. Working For The Man
4. C'mon Billy
5. Teclo
6. Long Snake Moan
7. Down By The Water
8. I Think I'm A Mother
9. Send His Love To Me
10.The Dancer

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PASSWORD:zinhof

Rid of Me_1993

1. Rid of me
2. Missed
3. Legs
4. Rub 'til it bleeds
5. Hook
6. Man-size sextet
7. Highway 61 revisited
8. 50 ft queenie
9. Yuri-G
10.Man-size
11.Dry
12.Me-Jane
13.Snake
14.Ecstasy

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Dry_1992

01."Oh My Lover" – 3:57
02."O Stella" – 2:36
03."Dress" (Rob Ellis, Harvey) – 3:16
04."Victory" – 3:16
05."Happy and Bleeding" (Ellis, Harvey) – 4:50
06."Sheela-Na-Gig" – 3:11
07."Hair" – 3:45
08."Joe" (Ellis, Harvey) – 2:33
09."Plants and Rags" (Ellis, Harvey) – 4:07
10."Fountain" – 3:52
11."Water" – 4:32

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The Words That Maketh Murder