quinta-feira, 19 de maio de 2011

CLÃ - O Disco Voador dos Clã "aterrou" no Muzica Putz.

Este post serve de complemento ao post dedicado aos Clã que eu tinha feito no mês 04 de 2008(É só procurar através do motor de busca do BLOG).

Disco Voador_2011

01. Amigo do peito
02. Paf e puf
03. Os embeiçados
04. Impaciente
05. Asas delta
06. Chocolatando
07. O meu a meu dono
08. Cantiga de embalar a minha mãe
09. Loja do mestre hermeto
10. Curta metragem
11. Velho bebe
12. Infra herói
13. Arco-iris
14. Os que pairam

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"Embeiçados" -No Teatro Municipal de Vila do Conde

terça-feira, 5 de abril de 2011

PJ HARVEY - G'anda maluka!

Depois de vê-la em Vilar de Mouros no ano de 2004, é que me apercebi do seu valor.
Rock de alta qualidade... E "no femenino"!

«"PJ Harvey" nasceu Polly Jean Harvey no dia 9 de outubro de 1969. A menina cresceu na fazenda de sua família em Corscombe, Inglaterra. Seus pais fazendeiros (pai caçador e mãe artista) colocaram a menininha em contato com a música logo cedo, num tempo em que música de fazenda era blues. Assim ela logo se acostumou com o som da triste música dos corações sofredores. Alguns dos artistas mais presentes na infância musical de Polly eram Captain Beefheart e Bob Dylan. Quando adolescente, Polly começou a passar para o outro lado da música, o lado de quem a faz. Primeiro tocando saxofone num grupo de oito músicos, o Boulogne, e depois compondo para o trio Polekats, que tocava em pubs locais.

Após ter freqüentado um breve curso universitário de artes, e de sua retomada do saxofone em outro grupo musical (por 2 anos e meio), Polly muda-se para Londres no ano de 1991. Sua intenção inicial era conseguir a graduação em artes, mas em pouco tempo a música volta a ocupar lugar de louvor em sua carreira.

Foi associando-se ao baixista Ian Olliver e ao bateirista Rob Ellis (que também tomava conta dos backing vocais) que PJ formou sua "banda", ou melhor, seu "trio", o "PJ Harvey". Com eles, ainda em 1991, ela gravou os demos "Dress" e "Sheela-na-Gig", ambos indie rock com refrões deliciosos e uma performance vocal que viriam a arrancar elogios rasgados da crítica. O selo londrino "Too Pure" interessou-se pelo trabalho da moça e contratou seu trio. Assim surgia o single de sucesso "Dress", gravado no estúdio "Icehouse", em Yeovil, Somerset.

PJ Harvey começou o ano de 1992 lançando, em fevereiro, outro single bem recebido pela crítica, o "Sheela-na-Gig". Um mês depois, em março, ela lançaria aquele que é considerado por muitos, até hoje, sua obra prima: o álbum "Dry". Entre as 11 faixas que compõem "Dry" estão as músicas "Dress", "Sheela-na-Gig" e os destaques as "Oh My Lover" e "Water". A mítica revista Rolling Stones proclama PJ Harvey a compositora do ano (1992) por "Dry".

O álbum seguinte sairia em 1993. É um dos melhores títulos da PJ: "Rid Of Me" (algo como "Livre de Mim"). Numa primeira escutada, este álbum soa mais pesado que os anteriores, e a impressão que se tem é a de que todo esse peso esmaga a melodia. O grande destaque é a música "Dry", uma das melhores que a cantora já compôs (e também uma de suas e melhores performances vocais). No entanto, "Rid of Me" não fez tanto sucesso com a crítica quanto "Dry", apesar de ter vendido bem.

O sucesso comercial de "Rid of Me" deu a idéia à Island Records, então gravadora de PJ, de lançar, em outubro, o álbum "4 Track Demos", totalizando 4 lançamentos neste mesmo ano, já que para promover "Rid of Me" foram lançados os singles "50Ft Queenie" e "Man-Size". Além disso, o trio de PJ Harvey passou praticamente o ano inteiro em turnê, o que fez de 1993 o ano mais agitado da carreira da cantora.

1994 começou com a saída do baterista Rob Ellis. PJ Harvey decidiu encarar a saída do músico como um pivô para uma mudança nos rumos de seu trabalho. Entre um projeto paralelo e outro (ela cantou a música "Satisfaction", dos Rolling Stones, junto com a cantora islandesa Bjork na cerimônia do British Awards; lançou seu único vídeo oficial até então, o "Reeling", baseado na turnê de "Rid of Me"; gravou a música "The Ballad Of A Soldier's Wife" para o filme tributo "September Songs", de Kurt Weill, entre outras coisas), Polly passa o ano de 1994 inteiro por conta de escrever o novo álbum e conseguir novos músicos para sua banda. Este novo álbum viria a ser gravado durante os meses de Novembro e Dezembro, nas cidades de Londres e Dublin.

No começo de 1995 Polly já era vista essencialmente como uma artista solo. Em fevereiro deste mesmo ano ela lança "To Bring You My Love", seu maior sucesso comercial até então. Este álbum foi precedido pela maravilhosa "Down By The Water" e complementado pelos singles "C'mon Billy" (maravilhoso!) e "Send His Love To Me".

Para a turnê mundial promocional de "To Bring You My Love", Polly contrata os músicos John Parish, Eric Drew Feldman (ex - "Captain Beefheart"), Joe Gore (ex - "Tom Waits"), Jean-Marc Butty e Nick Bagnall. Ela adota elementos de performance teatral em suas apresentações (incluindo aquela maquiagem muito louca pela qual ela viria a ser reconhecida durante muito tempo).

Polly Jean Harvey começa o ano de 1996 envolvida em colaborações com outros artistas. A primeira delas é um dueto com Nick Cave na música "Henly Lee", o qual rendeu um CD (single) que traz na capinha uma foto dos dois se beijando. O single faz muito sucesso, entrando inclusive para o TOP 20 do Reino Unido. Ah, sim: "Henry Lee" é uma música mórbida, mas muito boa (aliás, tudo que tem o Nick Cave no meio é mórbido...). Polly ainda contribuiu com vocais em outra faixa do álbum "Murder Ballads" (brrrr!) do Nick Cave. Nesta época surgiram muitos boatos de que os dois, a explosiva PJ e o mórbido Nick Cave, estariam tendo um caso amoroso. Verdade ou não, PJ nunca mais seria a mesma depois de seu contato com Nick Cave, a partir do qual suas músicas adquirem um quê de humor negro que está presente até o seu último disco.

Em setembro de 1996 PJ Harvey lança, juntamente com John Parish, o álbum "Dance Hall At Louse Point". A parceria entre os dois músicos resume-se em PJ escrever as letras e cantar sobre as músicas de Jonh. O resultado é muito bom mesmo, com destaques para a bela "Lost Fun Zone" e para faixa título. O álbum ainda rende um single, "That Was My Veil" e um vídeo para "Is That All There Is?".

1997 viria a ser um ano calmo e voltado para a reflexão de PJ. Ela não lança nada neste ano e só aparece eventualmente na mídia para a divulgação de algumas compilações que levaram algumas de suas músicas, entre elas a compilação com as músicas do tributo de Kurt Weill, "September Songs" (gravado em 1994).

Polly começa o ano de 1998 gravando voacis com o cantor "Tricky" (outro sujeito muito mórbido) na música "Broken Homes". Em setembro ela lança seu novo álbum, "Is This Desire?", que dá um novo rumo à sua carreira. Com músicas mais tristes, algumas delas baseadas mais na voz do que na melodia (ver "Catherine"), PJ entra novamente em evidência, e a crítica mundial recebe "Is This Desire?" de braços abertos. A cantora recebe nomeações para o Grammy e para o Brit Awards pela terceira vez em sua carreira, além de se tornar a primeira artista da história a receber três indicações para o Mercury Music Prize. Uma turnê é iniciada e dois singles são lançados para dar suporte a "Is This Desire?": "A Perfect Day Elise" e "The Wind". Os grandes destaque do álbum são "A Perfect Day Elise" (talvez a coisa mais alegre do CD) e a faixa título, um blues com um vocal maravilhoso sobre um baixo arrasador.

Polly passou os dois anos seguintes praticamente por conta de seu último álbum, o excelente "Stories From The City, Stories from the Sea". "Stories From The City, Stories from the Sea" é o resultado da inspiração de um tempo que PJ passou em Nova York. O disco é dominado por paisagens urbanas ("Good Fortune", "Big Exit", "This Mess We're In"), entre um momento bucólico - leia-se: do mar - e outro ("We Float", "Down by the Water"). Produzido por PJ Harvey, Mick Harvey e Rob Ellis, "Stories From The City..." é um tremendo sucesso de vendas no mundo todo. Ele só deu origem a um single, lançado no Reino Unido, o "Good Fortune". Thom Yorke, o líder do Radiohead e grande amigo de PJ Harvey, fez backing vocal em duas músicas e cantou em "This Mess We're In" (um dueto maravilhoso!). Polly, para variar, recebeu indicações ao Grammy, ao Mercury Music Prize e ao Brit Awards. Ganhou um Grammy especial por melhor performance de rock - feminina - em "This Is Love" (merecidamente!!).»
(TRANSCRITO)

The Last Living Rose


DISCOGRAFIA COMPLETA( Excepto o 1º álbum que não encontro nem por nada):

Let England Shake_2011

01. Let England Shake (03:09)
02. The Last Living Rose (02:20)
03. The Glorious Land (03:34)
04. The Words That Maketh Murder (03:45)
05. All and Everyone (05:39)
06. On Battleship Hill (04:07)
07. England (03:09)
08. In The Dark Places (02:58)
09. Bitter Branches (02:29)
10. Hanging in the Wire (02:42)
11. Written on the Forehead (03:40)
12. The Colour of the Earth (02:32)

(INDISPONIVEL)

A Woman A Man Walked By_2009

1 Black Hearted Love
2 Sixteen, Fifteen, Fourteen
3 Leaving California
4 The Chair
5 April
6 A Woman a Man Walks By / The Crow Knows Where All the Little Children Go
7 The Soldier
8 Pig Will Not
9 Passionless, Pointless
10 Cracks in the Canvas

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White Chalk_2007

1."The Devil" – 2:58
2."Dear Darkness" – 3:10
3."Grow Grow Grow" – 3:23
4."When Under Ether" – 2:25
5."White Chalk" – 3:13
6."Broken Harp" – 1:59
7."Silence" – 3:11
8."To Talk to You" – 4:01
9."The Piano" – 2:37
10."Before Departure" – 3:49
11."The Mountain" – 3:11

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The Peel Sessions_2006

01.Oh my lover
02.Victory
03.Sheela-Na-Gig
04.Water
05.Naked cousin
06.Wang Dang Doodle
07.Losing ground
08.Snake
09That was my veil
10.This wicked tongue
11.Beautiful feeling
12.You come through

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Uh Huh Her_2004

1."The Life & Death of Mr. Badmouth" – 4:53
2."Shame" – 2:33
3."Who the ~censored~?" – 2:09
4."Pocket Knife" – 3:44
5."The Letter" – 3:22
6."The Slow Drug" – 3:25
7."No Child of Mine" – 1:08
8."Cat on the Wall" – 3:03
9."You Come Through" – 2:48
10."It's You" – 4:13
11."The End" – 1:23
12."The Desperate Kingdom of Love" – 2:44
13.Untitled ("Seagulls") – 1:11
14."The Darker Days of Me & Him" – 4:34

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Stories From The City, Stories From The Sea_2000

1."Big Exit"
2."Good Fortune"
3."A Place Called Home"
4."One Line"
5."Beautiful Feeling"
6."The Whores Hustle and the Hustlers Whore"
7."This Mess We're In"
8."You Said Something"
9."Kamikaze"
10."This Is Love"
11."Horses in My Dreams"
12."We Float"
13."This Wicked Tongue" (UK & Japan bonus track)

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Is This Desire?_1998

1."Angelene" – 3:34
2."The Sky Lit Up" – 1:52
3."The Wind" – 4:01
4."My Beautiful Leah" – 1:59
5."A Perfect Day Elise" – 3:06
6."Catherine" – 4:05
7."Electric Light" – 3:04
8."The Garden" – 4:12
9."Joy" (Ellis, Harvey) – 3:40
10."The River" – 4:52
11."No Girl So Sweet" – 2:45
12."Is This Desire?" – 3:25

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PJ Harvey & John Parish - Dance Hall At Louse Point_1996

01 - Girl (1:29)
02 - Rope Bridge Crossing (5:10)
03 - City Of No Sun (2:14)
04 - That Was My Veil (3:01)
05 - Urn With Dead Flowers In A Drained Pool (3:03)
06 - Civil War Correspondent (4:23)
07 - Taut (3:15)
08 - Un Cercle Autour Du Soleil (5:07)
09 - Heela (3:19)
10 - Is That All There Is (5:11)
11 - Dance Hall At Louse Point (2:10)
12 - Lost Fun Zone (1:28)

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OU:
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To Bring You My Love_1995

1. To Bring You My Love
2. Meet Ze Monsta
3. Working For The Man
4. C'mon Billy
5. Teclo
6. Long Snake Moan
7. Down By The Water
8. I Think I'm A Mother
9. Send His Love To Me
10.The Dancer

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PASSWORD:zinhof

Rid of Me_1993

1. Rid of me
2. Missed
3. Legs
4. Rub 'til it bleeds
5. Hook
6. Man-size sextet
7. Highway 61 revisited
8. 50 ft queenie
9. Yuri-G
10.Man-size
11.Dry
12.Me-Jane
13.Snake
14.Ecstasy

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Dry_1992

01."Oh My Lover" – 3:57
02."O Stella" – 2:36
03."Dress" (Rob Ellis, Harvey) – 3:16
04."Victory" – 3:16
05."Happy and Bleeding" (Ellis, Harvey) – 4:50
06."Sheela-Na-Gig" – 3:11
07."Hair" – 3:45
08."Joe" (Ellis, Harvey) – 2:33
09."Plants and Rags" (Ellis, Harvey) – 4:07
10."Fountain" – 3:52
11."Water" – 4:32

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The Words That Maketh Murder

quinta-feira, 31 de março de 2011

LUISA SOBRAL - A Cereja em cima do bolo. É Tuga e é bom.

Gosto.
Fico especialmente feliz por constatar que cada vez mais se faz bom POP em Portugal.

«Saiu do anonimato em 2003 no programa Ídolos, da SIC. Tinha apenas 16 anos. Não venceu, mas ficou em 3.º lugar. Pouco tempo depois rumou para os Estados Unidos para estudar na Berklee College of Music, onde terminou a licenciatura em 2009
Durante a estadia nos Estados Unidos, foi nomeada nas categorias "Best Jazz Song", no Malibu Music Awards em 2008; "Best Jazz Artist" no Hollywood Music Awards; "International Songwirting Competition" em 2007 e "The John Lennon Songwriting Competition" também em 2008.
Entre as suas influências, destacam-se nomes como Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Chet Baker, Björk, Regina Spektor, Rui Veloso, Jorge Palma, Bernardo Sassetti, Sara Tavares, Maria João e Mário Laginha»
(TRANSCRITO)

Not There Yet

Este vídeo, para produção nacional, está excelente.

The Cherry On My Cake_2011

01. I would love to
02. Not There Yet
03. Clementine
04. O Engraxador
05. ODon't let me down
06. Woy won't take long
07. Mr. & Mrs. Brown
08. Xico
09. After all
10. Why should I?
11. Saiu para a rua
12. Déjá Vu

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PASSWORD:pdclinks.net
OU:
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Mas a menina também canta em Português, hein!


Eu Não Quis Amar

quinta-feira, 24 de março de 2011

MELODY GARDOT - Bela Melod(y)a

:(
Infelizmente não encontro "nada" disponível...


«Aos 19 anos, um grave acidente quase encerrou sua vida… mas deu inicio a sua carreira artística.
Ela foi atropelada por um automóvel quando retornava de bicicleta a sua casa. Resultado:
múltiplas-fracturas na região pélvica, cervical e da cabeça.
Para recuperar alguma de suas antigas habilidades cognitivas, o seu médico recomendou
que fizesse o uso da música como terapia. Foi presa a um leito que ela compôs e gravou
as canções do EP intitulado “Some Lessons: The Bedroom Sessions”, vendido pela internet, que chamou a atenção da rádio local.
Hoje, aos 23 anos, ela continua lutando contra as sequelas do acidente que a obriga
a usar constantemente óculos escuros (hipersensibilidade à luz e a ruídos), bengala para
se apoiar e um dispositivo preso a cintura que estimula a produção de endorfina em seu
organismo, tornando suas dores mais suportáveis.
O uso de elementos do Jazz, Blues e Folk em suas composições e o seu jeito suave de
de cantar, nos faz lembrar de outra cantora: Norah Jones. Mas as semelhanças entre
esses dois talentos param por aí. Ela tem uma rara capacidade de captar humor e emoção no que faz.
“Para ser honesto consigo, ficar no palco durante 30, 40, 50 minutos é uma das experiências mais agradáveis que tenho. Porque é durante este tempo em que eu realmente não sinto qualquer dor. Acho que é transcendental, do tipo: quando tens uma dor de cabeça e alguém dá-te um murro no estômago, acabas por te esquecer da cabeça”, diz ela.»
(TRANSCRITO)

My One And Only Thrill_2009

1. Baby I'm A Fool
2. If The Stars Were Mine
3. Who Will Comfort Me
4. Your Heart Is As Black As The Night
5. Lover Undercover
6. Our Love is Easy
7. Les Etoiles
8. The Rain
9. My One And Only Thrill
10.Deep Within The Corners Of My Mind
11.Somewhere Over The Rainbow
12.If The Stars Were Mine (with orchestra)

(INDISPONIVEL)

Worrisome Heart_2008

01. Worrisome Heart
02. All That I Need is Love
03. Gone
04. Sweet Memory
05. Some Lessons
06. Quiet Fire
07. One Day
08. Love Me Like a River Does
09. Goodnite
10. Twilight

(INDISPONIVEL)

Live From Soho_?

01 – Baby I’m a Fool
02 – Who Will Comfort Me
03 – Your Heart Is As Black As Night
04 – Worrisome Heart
05 – Goodnite
06 – If the Stars Were Mine
07 – Goodnite (CharlesLP Remix) [Bonus Remixed Studio Track]

(INDISPONIVEL)

Some Lessons_2005

01 – Wicked Ride
02 – Cry Wolf
03 – Down My Avenue
04 – Don’t You Worry Baby
05 – Momma
06 – Some Lessons

(INDISPONIVEL)

...Como tal, cá vai videos: Hehehe

Who will comfort me


Baby I'm a Fool


Your Heart Is As Black As Night


If The Stars Were Mine


Quiet Fire

sexta-feira, 4 de março de 2011

Andy McKee - Fingerstyle!... Mais um Vídeo xxxxxxxxpectacular!

Andy McKee performing "Hunter's Moon" (international version)

MUITO BOM!

quinta-feira, 3 de março de 2011

R.E.M. - Rapid Eye Movement (Que é como quem diz: Sonho)

Limito-me a postar o álbum que mais me diz. Foi com este álbum que eu travei conhecimento com esta banda e este eu gosto muito.

Document_1987

01 - Finest Worksong
02 - Welcome to the Occupation
03 - Exhuming McCarthy
04 - Disturbance at the Heron House
05 - Strange
06 - It's the End of the World as We Know It...
07 - The One I Love
08 - Fireplace
09 - Lightnin' Hopkins
10 - King of Birds
11 - Oddfellows Local 151

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It's The End Of The World

terça-feira, 1 de março de 2011

CRISTINA BRANCO - O que é nacional é bom!... E bonito/a!


«Na arte e vida de Cristina Branco (Almeirim, 1972) pode dizer-se,
como diz a letra de Amália, que traz o fado nos sentidos. O fado
atravessou a vida de Cristina por um acaso feliz. De certa maneira,
terá sido ela, pela sua ousadia estética e cunho interpretativo muito
particular, a atravessar o Fado enquanto fenómeno musical de
profundas raízes tradicionais. «Começou por uma brincadeira, um
serão de cantigas entre amigos», segundo gosta de recordar. Nada
até aqui, adolescente, a diria fadista. Antes de entoar menores,
mourarias ou maiores (*), e logo como gente grande, Cristina não
frequentara casas de fado ou escutara o vinil das vozes da tradição.
Conhecia alguns fados de ouvido, trauteados pelo avô materno,
letras e acordes que repetia de improviso sem ter consciência de
como estes se entranhavam, como lhe decidiam o destino. Estava
por essa altura mais próxima de Billy Holliday e Ella Fitzgerald, de
Janis Joplin e Joni Mitchell do que Amália Rodrigues. Quando o
mesmo avô lhe ofereceu pelos seus 18 anos o disco Rara e Inédita,
obra maior e menos conhecida da grande diva do Fado, não sabia
ainda como acabara de lhe mudar a vida para sempre.

Na verdade, escassos meses antes de pisar um palco a primeira
vez, em Amesterdão (1996, Zaal100), Cristina nunca se imaginara
sequer uma intérprete amadora ou cantadeira de horas vagas como
é próprio de muitos fadistas que encontram no fado um pretexto de
ócio ou expiação. Se havia fado na sua vida de adolescente, era
apenas no mais profundo sentido etimológico da palavra (o fatum,
o destino) que a dizia já “fadada” para a palavra. Até 1996, aos 24
anos, duas ou três experiências de canto fortuitas, e arrancadas
a custo da sua timidez histórica, eram tudo o que havia feito
publicamente enquanto “cantora”.
O Jornalismo era “a arte” que procurava. Talvez por isso, hoje e
sempre, as palavras (os redondos vocábulos, como lhes chama)
rejam todos os seus discos, todas as suas intervenções, todos os
seus projectos em curso. Cantora de poetas, os maiores de
Portugal (Camões, Pessoa, David Mourão Ferreira, José Afonso…),
e alguns do mundo (como Paul Éluard, Leo Fèrre, Alfonsina Storni
ou Slauherhoff), Cristina Branco fez do seu modo de entender o
fado uma espécie de porta-voz da Poesia e da Literatura do
cancioneiro nacional. Passada uma década desde a sua estreia no
Círculo de Cultura Portuguesa de Amesterdão (onde antes
passaram Zeca Afonso, Carlos Paredes, Sérgio Godinho…)
reconhecem-lhe hoje os seus pares, como marca de personalidade
humana e artística, um fortíssimo e muito sincero pendor poético.
Traço maior aliado a uma exigência ainda maior com os rigores da
dicção e a clareza da palavra que na hora de ser voz (de uma
límpida volúpia) é como se desse corpo à alma contida no poema.

Depois, do Fado espera-se em demasia que este traduza o
sentimento trágico da vida: o sofrimento, a saudade e a impotência
perante o destino. A tradição já longa do Fado depositou algumas
“fórmulas” para dar voz a esses sentimentos, cuja invariável
repetição tem conduzido à delapidação desse tesouro expressivo,
ao seu inevitável esvaziamento emocional, ao sobrevoar das
palavras pelos cantores. Porém, e ao arrepio dos cânones mais
ensimesmados do Fado dito tradicional, o caminho de Cristina
Branco tem sido outro: autónomo, singular e muitas vezes ébrio
de alegria (como no tema iconográfico da sua carreira «Sete
Pedaços de Vento», in Ulisses). No mínimo, o caminho do Fado
de Cristina reveste-se da volúpia do aborrecimento.

Sem procurar uma ruptura ingénua com a tradição, antes
procurando o que nela há de melhor (oiçam-se alguns dos
"clássicos" por ela cantados), Cristina Branco reanima a tradição com
a sua originalidade. Em todos os seus discos tem procurado o
exigente convívio dos textos com a musicalidade inata do fado.

Cristina Branco reúne toda a emoção que o género podia conter na
sua íntima ligação entre voz, poesia e música. Tal como outros jovens
músicos que, desde meados dos anos 90, encontraram no Fado a
sua forma de expressão, contribuindo para uma surpreendente
renovação da Canção de Lisboa, Cristina Branco começou a definir
o seu percurso, onde o respeito pela tradição caminha lado a lado
com o desejo de inovar. Se nada na vida de Cristina indicava que o
seu destino seria o fado, temos hoje de admitir que Cristina Branco
está a criar um estilo senão “raro”, certamente “inédito”.

Voz, guitarra portuguesa, viola e viola-baixo, piano); uma mistura de
fados tradicionais, temas próprios e canções populares.

*variantes de fados

Tiago Salazar, 5 de Outubro, 2008

Pontos Altos

A cantora grava "Cristina Branco Live in Holland", em edição de
autor, registado ao vivo em dois concertos realizados no dia 25 de
Abril de 1996. Foram feitos mil exemplares "que se venderam
imediatamente", logo seguidos por novas edições sucessivas, até
se chegar aos 5000 discos vendidos.

Edita o disco "Murmúrios" pela editora holandesa Music & Words.
O disco reúne 14 temas, desde fados tradicionais como "Abandono"
(imortalizado por Amália, com texto de David Mourão-Ferreira) a
versões de Sérgio Godinho ("As certezas do meu mais brilhante
amor") ou de Luís Vaz de Camões, com música de José Afonso
("Pombas brancas"). A maioria dos temas tem assinatura de Maria
Duarte, autora dos textos, e músicas de Custódio Castelo.

Recebe, em França, em 1999, o Prix Choc da revista "Le Monde
de la Musique" pelo melhor disco de “música do Mundo”.

Em Fevereiro de 2000 sai o álbum "Post-Scriptum" (título de um
poema de Maria Teresa Horta). Conquistou o Prix Choc, desta vez
para o melhor álbum do mês de Março, em França.

Na Holanda edita o disco "Cristina Branco Canta Slauerhoff", o
segundo desse ano, com textos do poeta holandês J. J. Slauerhoff
(1925-1976) Jan S. (1898-1936), com tradução de Mila Vidal Paletti
e música de Custódio Castelo. O disco constitui como que uma
prova de agradecimento de Cristina Branco ao país que lhe abriu
as portas do sucesso embora nunca tenha vivido na Holanda.

Durante o ano de 2000, a cantora realizou cerca de 130
espectáculos por todo o mundo. O disco "Corpo Iluminado", o
primeiro com edição da Universal Music Classics França, foi editado
em 2001.

Em 2002 é reeditado "O Descobridor", novo título para o disco onde
canta Slauerhoff, com três novos temas.

O sexto álbum de Cristina Branco, de título "Sensus" foi editado
pela Universal, no dia 24 de Março de 2003. A música é assinada
por Custódio Castelo. O álbum conta com letras de David
Mourão-Ferreira, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Eugénio de
Andrade, Camões e Shakespeare, entre outros.

"Ulisses" é o nome do disco seguinte, editado em 2005.

Em 2006 é editado «Live», um registo ao vivo, tributo a Amália
Rodrigues.

Em 2007 demarca-se do fado e revisita a obra do cantautor Zeca
Afonso, com o trabalho “Abril”.

Em 2009, Cristina Branco regressa à interpretação de temas inéditos.
O disco “Kronos” inclui 14 temas que têm por conceito unificador o
tempo, compostos por um conjunto de músicos, de letristas e de
poetas cujos universos de algum modo se cruzam com as
preocupações de qualidade musical e poética de Cristina Branco.
Ricardo Dias, Mário Laginha, Rui Veloso, António Victorino de
Almeida, Janita Salomé, Vitorino, Amélia Muge, Carlos Bica, Sérgio
Godinho e José Mário Branco são os responsáveis por músicas para
palavras escritas, entre outros, por Fernando Pessoa, Manuel Alegre,
Júlio Pomar e Carlos Tê.»
(TRANSCRITO)

Kronos_2009

1. Trago um Fado 3:18
2. Eterno Retorno 3:01
3. Bomba-relógio 3:49
4. Longe do Sul 3:37
5. Margarida 2:35
6. O Meu Calendário 3:53
7. Bichinhos Distraídos 3:45
8. Tango 4:07
9. Eléctrico Amarelo 3:37
10.O Rapaz do Trapézio Voador 3:06
11.O Sítio 4:50
12.Uma Outra Noite 3:02
13.Fado do Mal Passado 2:28
14.Histórias do Tempo 3:23

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Sensus_2004

01. Soneto de separacao
02. Assim que te despes
03. O meu amor
04. Cantigas s Serranas
05. Se a alma te reprova
06. Atentado
07. Ninfas
08. Soneto destruido
09. Segredo
10. Um Fado: Palavras minhas
11. As maos e os frutos
12. Pastoras da Estrela
13. O sabor de saber
14. Ca mi queria

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Cristina Branco - Água e Mel