Música de vários géneros mas toda de qualidade!--------------------------------------------------------------------------------Todos os links indicados neste blog foram encontrados noutros locais na Internet e colocados aqui, se aceder a algum link, lembre-se que deve apagar esses ficheiros após 24 horas no seu disco. Se gostar de algum CD, compre-o!... ou então, não!
“Obrigado Palestrina. Está uma linda noite. É ótimo estar aqui e quero dedicar uma canção super-sexy a todos vós...”. Não houve tempo para mais nada. Mark acabou de sofrer um enfarte fulminante e morreu, ali mesmo, em palco. É incrivel o que estes homens conseguiam fazer, com apenas saxofone, bateria, voz e um baixo só com duas cordas! Ah pois é! Data de Formação:1990 Local de Nascimento:Boston Data de Dissolução:1999 País de Origem:EUA «Os Morphine são um caso à parte na história da música rock. A banda misturava influências de blues e jazz com a energia do rock n'roll, e sem o recurso a qualquer guitarra. Este trio de Boston baseava o seu som num original baixo com apenas duas cordas, num saxofone roufenho e numa voz retorcida que debitava letras plenas de ironia. Durante toda a década de 90, os Morphine ganharam um culto significativo, quer nos EUA, quer na Europa, à custa de muita passagem nas rádios universitárias e críticas muito positivas. A banda é formada em 1990 pelo baixista e vocalista Mark Sandman, que anteriormente tocava nos Treat Her Right, uma banda alternativa que praticava um rock com fortes influências de blues, e por Dana Colley (saxofone tenor e barítono), que na altura tocava num grupo de Boston intitulado Three Collers. A estes, viria a juntar-se mais tarde o baterista Jerome Dupree, completando a formação original dos Morphine. O grupo edita o seu álbum de estreia, "Good", em 1991, pela editora independente Accurate Distortion, sendo reeditado, um ano depois, pela Rykodisc Records. "Good", tem uma passagem significativa nas rádios universitárias norte-americanas e recebe críticas favoráveis em publicações alternativas de todo o país. Após a saída do disco, Dupree deixa a banda e é substituído por Bill Conway, que já tinha trabalhado com Sandman nos Treat Her Right. A boa recepção de "Good", abre o caminho para o lançamento de "Cure For Pain", em 1993. O álbum recebe, como o anterior, críticas positivas, aquando da sua edição na Primavera. Os Morphine apoiam o disco com uma extensa digressão que passou pelos EUA e pela a Europa e que ajudou o álbum a vender mais de 300 mil cópias, um número importante para uma edição independente. Em 1995, a banda edita o seu terceiro trabalho intitulado "Yes", que é mais uma vez aclamado pela crítica e que ajuda a manter o culto à volta dos Morphine. O sucesso do grupo chega então aos ouvidos das principais editoras e, no final 1996, o trio assina pela Dreamworks. "Like Swiming", que marca a estreia dos Morphine pela editora, é editado na Primavera de 1997. Apesar da boa recepção não consegue projectar o grupo para um estatuto superior ao que já possuía. A 3 de Julho de 1999, a tragédia assalta os Morphine: Mark Sandman o carismático líder da banda tem um colapso em palco, num espectáculo em Roma, e acaba por falecer de ataque cardíaco com apenas 47 anos. Mas nem assim a banda silenciou e, "The Night", um álbum póstumo, é editado no início do ano seguinte.» (Gonçalo Passinhas)
Morphine - Cure for Pain
DISCOGRAFIA COMPLETA:
(Opium) 01_Sexy Christmas Baby Mine.mp3 02_Pulled Over the Car.mp3 03_Shame.mp3 04_My Brain.mp3 05_Birthay Cake.mp3 06_I Think She Likes Me.mp3 07_Bo’s Veranda.mp3 08_Sunday After Noonweightless Ness.mp3 09_Down Love’s Tributaries.mp3 10_Have a Lucky Day.mp3 11_Mile High.mp3 12_You Speak My Language.mp3 13_Honey White.mp3 14_All Wrong.mp3 15_Whisper.mp3 16_Radar.mp3 17_The Only One.mp3 18_Sharks.mp3 19_Radar.mp3 20_Cure for Pain.mp3 21_Honey White.mp3 Morphine - Opium Bootleg 14 - All Wrong (live).mp3
Bootleg Detroit_2000 1. Intro 2. Come Along 3. Dana Intro 4. Mary 5. Banter #1 6. Candy 7. Sheila 8. Billy Intro 9. Claire 10.My Brain 11.Banter #2 12.Head With Wings 13.Cure For Pain 14.You Speak My Language 15.Thursday 16.Banter #3 17.You Look Like Rain 18.Buena
The Night_2000 1. Night 2. So Many Ways 3. Souvenir 4. Top Floor Bottom Buzzer 5. Like A Mirror 6. Good Woman Is Hard To Find 7. Rope On Fire 8. I'm Yours You're Mine 9. Way We Met 10.Slow Numbers 11.Take Me With You
B Sides and Otherwise_1997 1. Have A Lucky Day 2. All Wrong 3. I Know You 4. Bo's Veranda 5. Mile High 6. Shame 7. Down Love's Tributaries 8. Kerouac 9. Pulled Over The Car 10.Sundayafternoonweightlessness 11.Virgin Bride 12.Mail 13.My Brain
Like Swimming_1997 1. Lilah 2. Potion 3. I Know You (3) 4. Early To Bed 5. Wishing Well 6. Like Swimming 7. Murder For The Money 8. French Fries With Pepper 9. Empty Box 10.Eleven O'clock 11.Hanging On A Curtain 12.Swing It Low
Yes_1995 1. Honey White 2. Scratch 3. Radar 4. Whisper 5. Yes 6. All Your Way 7. Super Sex 8. I Had My Chance 9. Jury 10.Sharks 11.Free Love 12.Gone For Good
Cure For Pain_1993 1. Dawna 2. Buena 3. I'm Free Now 4. All Wrong 5. Candy 6. Head With Wings 7. In Spite Of Me 8. Thursday 9. Cure For Pain 10.Mary Won't You Call My Name 11.Let's Take A Trip Together 12.Sheila 13.Miles Davis' Funeral
Good_1992 1. Good 2. Saddest Song 3. Claire 4. Have A Lucky Day 5. You Speak My Language 6. You Look Like Rain 7. Do Not Go Quietly Unto Your Grave 8. Lisa 9. Only One 10.Test Tube Baby/Shoot'm Down 11.Other Side 12.I Know You
Uma dupla muito inteligente! Som simples mas com letras muito boas! Pena que só consegui encontrar este álbum. E nem uma biografia consegui encontrar. Discografia: 1986 Greetings from Timbuk 3 1988 Eden Alley 1989 Edge of Allegiance 1991 Big Shot in the Dark 1992 Some of the Best of Timbuk 3: Field Guide 1993 Espace Ornano [live] 1995 Hundred Lovers
Timbuk3 - The Futures So Bright (I Gotta Wear Shades)
Greetings from Timbuk3_1986 1. Future's So Bright, I Gotta Wear Shades 2. Life Is Hard 3. Hairstyles and Attitudes 4. Facts About Cats 5. I Need You 6. Just Another Movie 7. Friction 8. Cheap Black and White 9. Shame on You 10. I Love You in the Strangest Way
Pois é, amigos!... este post é dedicado ao "Legendário Homem Tigre", porque assisti ontem á noite a um espectáculo dele, no renovado CINETEATRO MUNICIPAL JOÃO MOTA, em Sesimbra (Aproveito para dizer que a sala, apesar de pequena, tem um excelente qualidade sonora). Como vos dizia, fui assistir a um espectáculo deste "artista solitário" que consegue, utilizando instrumentos como guitarra eléctrica, bombo, tarola de pé, pratos de choque com pandeireta anexa, dois microfones(um deles com distorção), aquilo que me pareceu um "apito" de caçar patos e uns pedais distorçores á mistura, fazer música de muito boa qualidade. Fui acompanhado pelo meu mais recente Amor e pela sua filha (que tem apenas 13 anos, e também é um amor). Fiquei de alguma forma, surpreendido, pois apesar da "originalidade" por vezes muito agressiva, do "menino", elas gostaram. Sim!... gostaram! Até a Filipinha, gostou! Que ao contrário da maioria das adolescentes da idade dela (gostam de coisas como, Tokyo Hotel e todo o tipo de Boys Band), achou o som alternativo do "Homem Tigre", e o espectáculo dado por ele, um tempo bem empregue. Quanto a este post, só lamento o facto de não ter conseguido encontrar na net um único link disponível. De forma a poder deixar-vos, pelo menos um dos seus álbuns, pronto a descarregar. Mas vale a pena procurarem ouvir este homem. Se por acaso algum de vós me indicar um link para descarga de músicas dele, desde já aqui fica o meu, MUITO OBRIGADO. AH!... Aproveito para lembrar que no dia 28/08/2008, será a vez da RITA REDSHOES, nos presentear com o seu show, nessa mesma sala. A não perder! Nós lá estaremos! Como não consigo pôr aqui som dele, abusei um pouco das imagens. «Este senhor dispensa de apresentações! Já todos conhecem os Wraygunn, e The Legendary Tiger Man é o projecto a solo do vocalista Paulo Furtado.
Quando na pele deste projecto, The Legendary Tiger Man é o resultado de uma multiplicação da sua sonoridade, pois é uma pessoa (ele próprio) que exerce todas as funções: desde a bateria à voz, à guitarra, ao fato e à máscara…
TLTM já alcançou o sucesso no estrangeiro, e conta já com 3 álbums a solo: Naked Blues (2001), Fuck Christmas, I got the blues (2003) e Masquerade (2006). Alguns deles lançados em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Inglaterra, Brasil e Japão, países que também coincidem maioritariamente com os espetáculos ao vivo.
Esta one-man band tem sonoridade característica de Blues, á mistura de Indie e com um toque de Rock. Para compreender melhor a sonoridade, nada melhor que dar uma pulada ao seu MySpace.» (TRANSCRITO)
Estes são os dois álbuns que interessam! Pena que não consegui "encontrar" o CERCO, que também é excelente. A partir do 3º álbum, os Xutos começaram a reger-se pelas "leis do mercado discográfico". Perderam muito. Fica também a box dos 25 singles, para dar uma ideia do que tem sido a sua carreira, até 2004. «Começaram por se chamar "Delirium Tremens"(1) e "Beijinhos e Parabéns". O primeiro ensaio a sério foi no dia 22 de Dezembro de 78 na velhinha senófila. A estreia ao vivo ocorreu no dia 13 de Janeiro de 1979, já com o nome Xutos e Pontapés Rock’n’Roll Band, aquando da comemoração dos "25 anos do Rock and Roll" na sala dos Alunos de Apolo. Tiveram direito a seis minutos para tocar quatro músicas. Foi também o concerto de despedida dos Faíscas. (2)
Tim (voz e baixo), Francis (guitarra), Zé Pedro (guitarra) e Kalú (bateria) foram os elementos da formação inicial do grupo após a saida do vocalista Zé Leonel que tinha saido do grupo devido a problemas com o consumo excessivo de estupefacientes.
Através de António Sérgio e da editora Rotação gravam os seus dois primeiros singles. E em Abril de 1982 entraram em estúdio para registar o disco "1978-1982" que compila a produção acumulada durante os primeiros quatro anos do grupo.
Inicialmente conotados com o punk, os Xutos tornaram-se uma das bandas mais aclamadas nos circuitos mais alternativos. Três dos temas da banda ("Avé Maria"/"Mãe"/"Sémen") são proibidos na Rádio Renascença e é pedido na Rádio Comercial para não ser passado o tema "Mãe".
Assinam com a Fundação Atlântica e editam um single com os temas "Remar, Remar" e "Longa Se Torna a Espera". Gravam uma versão mais longa de "Remar, Remar" e os temas "Sexo" e "Formiga Branca" para um máxi-single que não chega a ser editado.
Em Dezembro de 1984 é editada a colectânea "Ao Vivo no Rock Rendez-Vous" que inclui os temas "Esquadrão da Morte" e "1º de Agosto".
Em Dezembro de 1985 é editado o Mini-Lp "Cerco" que inclui algumas das melhoras canções do grupo mas que enferma de péssimas condições sonoras. É neste ano que o grupo dá três concertos em Espanha.
O single "Barcos Gregos/O Homem do Leme", em novas versões, é editado no início de 1986. Os concertos que o grupo dá, nos dias 31 de Julho e 1 de Agosto, no Rock Rendez-Vous são gravados mas o grupo não gosta das misturas finais. As fitas desaparecem e o disco não é editado. O grupo assina entretanto com a Polygram.
Em Fevereiro de 1987 é lançado o álbum "Circo de Feras", com temas como "Contentores", "Circo de Feras", "Na América" e "Não Sou o Único", que obtém um estrondoso sucesso.
Em Novembro desse ano é editado o "7º Single" com os temas "A Minha Casinha", "A Minha Aventura Homossexual com o General Custer" e "Eu Sou Bom". O single chega rapidamente a disco de platina.
No ano seguinte, em Março, é editado o disco "88" produzido por Ramon Galarza e Paulo Junqueiro. Realizam 60 concertos em 4 meses, para mais de 240.000 espectadores. De 29 a 31 de Julho de 1988 realizam três concertos em Lisboa que foram registados e deram origem ao triplo-álbum "Xutos ao Vivo" (com 28 faixas contra 19 na versão em CD) editado em Novembro de 1988.
No verão de 1989 é editado um single com versões de estúdio de "Submissão" e "Se Me Amas"(3).
A colectânea "Xutos & Pontapés 90" é lançada no Brasil, França e Espanha. Actuam ao vivo com os Mano Negra.
A convite de José Wallenstein, os Xutos fazem a banda sonora (4) da peça "Inimigos", de Nigel Williams, que esteve em cena, de Abril a Junho, no Clube Estefânia.
O sexto álbum do grupo, "Gritos Mudos", é gravado no Rio de Janeiro, no estúdio "Nas Nuvens". Depois do regresso do Brasil, descobrem que tinham sido enganados pelo seu empresário. Os elementos estarão desligados do grupo por mais de seis meses. É nessa fase que Tim entra para os Resistência e que Zé Pedro abre o Johnny Guitar e participa no disco dos Palma's Gang.
Tim participa com o tema "A Cidade" na banda sonora na série "Claxon" da RTP 1.
Só no Verão de 1991 é que se voltariam a reunir-se para ensaiar de novo. Em Novembro, para comemorar o lançamento da biografia "Conta-me Histórias, da autoria de Ana Cristina Ferrão, fazem uma festa em Lisboa, no Johnny Guitar, e no Café Pinguim, no Porto, onde se apresentam pela primeira vez em formato acústico.
Em Novembro de 1992 é editado "Dizer Não de Vez", com produção de Kalu e Fernando Rascão. O primeiro single foi o tema "Chuva Dissolvente" que chega a nº 1 do top de singles. O lado b deste single incluía o inédito "Lá" com a participação de Xana.
Em 1993 é lançado, para efeitos promocionais, um Cd-single com versões de dança de "Estupidez" e Poço da Salvação". Em Novembro é editada a compilação "Johnny Guitar" que incluí a versão longa de "Remar Remar" e "Formiga Branca" (dois temas gravados para a Fundação Atlântica).
Em Dezembro de 1993 lançam o álbum "Direito ao Deserto", gravado nas mesmas sessões de gravação do disco anterior. A tournée desse ano levou-os por todo o país e no Estádio do Restelo tocaram com a Orquestra Metropolitana de Lisboa.
O 15º aniversário do grupo foi festejado com um concerto no Coliseu do Porto onde participaram 37 músicos de vários grupos portugueses (GNR, Rádio Macau, Resistência, Peste e Sida, Sitiados, Delfins e Braindead, entre outros). Em Abril de 1994 é editada a colectânea de homenagem a Zeca Afonso onde aparece a versão de "Coro da Primavera". Participam ainda no espectáculo "Timor Livre" promovido pela Associação 12 de Novembro.
Em Janeiro de 1995, a El Tatu reeditou em CD o álbum "1978-1982", com a inclusão dos dois primeiros singles. Em Abril de 1995, o grupo gravou no auditório da RDP, com transmissão em directo pela Antena 3, o concerto acústico que deu origem ao disco "Xutos e Pontapés ao vivo na Antena 3".
O semanário Blitz concede-lhes o Prémio Carreira BLITZ 94, o que não impede de, no ano seguinte, serem os vencedores do prémio para o melhor álbum de 1995 graças ao disco "Ao Vivo na Antena 3".
Em 1997 é editado o álbum "Dados Viciados"(5) que foi produzido por Ronnie Champagne.
No ano seguinte é lançado o álbum "Tentação", disco com a banda sonora do filme de Joaquim Leitão. É também editada a compilação "Vida Malvada" [O melhor dos Xutos 1986-1996].
O Gui volta a tocar com os Xutos em 1998 na Tournée do "P'ra Sempre".
Por ocasião da comemoração dos 20 anos do grupo é editada uma fotobiografia da história do grupo - "Xutos & Pontapés/XX Anos" (ed. El Tatu/101 Noites) e o CD "XX Anos XX Bandas" onde vinte temas do grupo são revisitados por vários nomes da música portuguesa.
O concerto de comemoração dos 20 anos de carreira do grupo ocorreu, no dia 10 de Março, no Pavilhão Atlântico. No dia 10 de Abril, os Xutos & Pontapés actuam com a Filarmonia das Beiras, durante o 5º Festival de Música José Afonso. Tim edita o seu primeiro álbum a solo, "Olhos Meus".
O álbum "1º de Agosto ao vivo no Rock Rendez Vous" com a gravação dos concertos de 1986, entretanto recuperados, é editado em Maio de 2000.
Gravam uma versão de "Chico Fininho" para o disco de homenagem a Rui Veloso que é lançada como primeiro single desse trabalho.
Em 2001 é editado o álbum "XIII" que foi produzido por Mário Barreiros. No final do ano apresentam-se ao vivo, em regime acústico, no Teatro Villaret e Hard Club.
Em Maio de 2002 é editado o álbum ao vivo "Sei Onde Tu Estás" gravado durante a digressão de promoção ao álbum "XIII".
É editada a compilação dedicada ao programa "Som da Frente" de António Sérgio que inclui o indicativo gravado originalmente em Outubro de 1982.
Em Janeiro de 2003 é lançado, pela Universal, o disco "Nesta Cidade" com a gravações da digressão acústica que passou pelo Teatro Villaret e pelo Hard Club. Camané é um dos convidados participando nos temas "Circo de Feras" e "Sopram Ventos Adversos".
O grupo faz a primeira parte dos Rolling Stones, no concerto realizado em Setembro de 2003 no novo Estádio de Coimbra.
Em Maio de 2004 é editado o álbum "O Mundo ao Contrário" com produção de Cajó e de Nuno Rafael. No dia 10 de Junho, os elementos do grupo recebem a Ordem de Mérito concedida pelo Presidente Jorge Sampaio.
É editado o primeiro DVD do grupo gravado no Pavilhão Atlântico e em Dezembro é colocada à venda uma Caixa com todos os singles do grupo.
"3 desejos" é o mote de 3 concertos e de um conjunto de remisturas.
No início de 2006 é estreado o musical "Sexta-Feira, 13" para o qual os Xutos escreveram um inédito com o mesmo nome.
Em Dezembro de 2006 é editado um DVD triplo.
(1) «Começámos por nos chamar Delirium Tremens. Foi no verão de 1978. Era eu, o Kalú, o Paulo Borges e o Zé Leonel. Fizemos um único ensaio, mais nada. Depois, ainda em 1978, passámos a chamarmo-nos Beijinhos & Parabéns, mas também nunca actuámos ao vivo. Em Janeiro de 1979, fixámos definitivamente em Xutos & Pontapés.» JP/Blitz
(2) Os Faíscas de Pedro Ayres Magalhães e Paulo Pedro Gonçalves ensaiavam na garagem de Zé Pedro.
(3) "Se Me Amas" foi gravado em maqueta na fase em que o grupo não teve qualquer contrato de edição. Essa versão teve bastante sucesso num dos programas de Rui Pego (Rádio Renascença).
(4) Gui e João Cabeleira já tinham feito música para algumas curtas metragens. O EP "Inimigos" incluí os temas "Tu Aí" e "Submissão" e ainda "Nunca Fui" e "El Tatu" do álbum "Gritos Mudos".
(5) O tema "Dados Viciados" é o retomar, parcial, de uma velha composição do grupo. Serviu também de esboço à temática desse álbum.» (TRANSCRITO)
Xutos & Pontapés - Sémen(Ao Vivo 88)
No inicio:
FORMAÇÃO: Tim (António Manuel dos Santos) Zé Pedro (José Pedro Amaro dos Santos Reis) Kalú (Carlos Eduardo Cardoso Pinto Ferreira) João Cabeleira (João Manuel Pereira Cabeleira) Gui (Carlos Guilherme Custódio Nascimento) - saxofone - Novembro 1984 / Setembro 1990 Zé Leonel - voz - Janeiro 1978 / Março 1981 Francis - guitarra - Fevereiro 1981 / Maio 1983
"Já conhecia o Zé Leonel, que andava com uma das minhas irmãs. A seguir começam os Faíscas, influenciados pela onda punk e pelos Sex Pistols. Nessa altura, o Pedro Ayres estava sempre a picar-me para eu formar uma banda e foi aí que pusemos um anúncio na «Música & Som» a pedir um baterista e apareceu o Kalú. (...) Era eu, o Kalú, o Zé Leonel e um amigo de uma namorada que ele tinha em Almada (já tinha acabado com a minha irmã), que era o Tim." ZP/Expresso
DISCOGRAFIA: 1978-1982 (LP, Rotação, 1982) Cerco (LP, Dansa do Som,1985) Circo de Feras (LP, Polygram,1987) 88 (LP, Polygram,1988) Ao Vivo (3LP, Polygram,1988) Gritos Mudos (LP, Polygram, 1990) Dizer Não de Vez (CD, Polygram,1992) Direito ao Deserto (CD, Polygram, 1993) Ao Vivo na Antena 3 (CD, Polygram, 1995) Dados Viciados (CD, EMI, 1997) Tentação (CD, EMI,1998) Vida Malvada [O melhor dos Xutos 1987-1996] (Compilação, Polygram,1998) 1º de Agosto ao vivo no Rock Rendez Vous (CD, El Tatu/EMI, 2000) XIII (CD, EMI, 2001) Sei Onde Tu Estás (CD, EMI, 2002) Nesta Cidade (CD, Universal, 2003) O Mundo ao Contrário (CD, Universal, 2004)
SINGLES: Sémen/Quero Mais (Single, Rotação, 1981) Toca e Foge/Papá deixa Lá (Single, Rotação, 1982) Remar Remar/Longa se Torna a espera (Single, Fundação Atlântica, 1984). Barcos Gregos (versão single)/O Homem do Leme (versão single) (Single, Dansa do Som, 1986) Saí P’ra Rua/Pensão (Single, Polygram,1987) Contentores/Vida Malvada (Single, Polygram, 1987) 7º Single (Single, Polygram, 1987). Para Ti Maria/Andarilhos/Submissão (Single, Polygram, 1988) Submissão/Se Me Amas (Single, Polygram, 1989). Inimigos: Tu Aí/Submissão (Single, Polygram, 1990). Inimigos [Tu Aí/Submissão/Nunca Fui/El Tatu] (Maxi, Polygram, 1990) Chuva Dissolvente/Lá (Single, EM, 1992) Estupidez (remix)/Poço da Salvação (remix) (Promo, EMI, 1993) Dá um Mergulho (Single, EMI, 1997) Manhã Submersa (Single, EMI, 1997) Negras Como A Noite (Single, EMI, 1997) Para Sempre (Single, EMI, 1998) Chico Fininho (Single, EMI, 2000) Sexta-Feira, 13 (Single, Universal, 2006).
COMPILAÇÕES: O Melhor de 2 - Xutos & Pontapés/Peste & Sida (Compilação, Universal, 2001) Para Sempre - Colecção Caravelas (Compilação, EMI, 2004) Grandes Êxitos (Compilação, EMI, 2006)
COLECTÂNEAS: Ao Vivo no Rock Rendez-Vous (1984) - Esquadrão da Morte/1º de Agosto Johnny Guitar (1993) - Remar Remar (Versão Máxi)/Formiga Branca Filhos da Madrugada (1994) - Coro da Primavera Portugal Ao Vivo II (1995) - O Homem do Leme Timor Livre (1995) - Jogo do Empurra / Outro País / Coro da Primavera / Lugar Nenhum A Cantar Con Xabarín III/IV (1996) - Naquel Bar On 3 () - Esquadrão da Morte Ar de Rock 20 anos Depois (2000) - Chico Fininho Som da Frente (2002) - Indicativo do programa O Irmão do Meio (2003) - Antes o Poço da Morte Zé Manel Taxista (2003) - Rock do Benfica
25 Singles - Box_2004
1982 - SÉMEN 01. Sémen 02. Quero Mais
1982 - TOCA E FOGE 01. Toca & Foge 02. Papá Deixa Lá
1984 - REMAR, REMAR 01. Remar Remar 02. Longa Se Torna a Espera
Banda "virtual" que tem um som muito engraçado! Raramente se deixam ver e os seus espectáculos e clips são muito originais. Gosto muito! «Os Gorillaz são uma “banda virtual” formada por personagens insanos. Seus componentes surreais são os loucos 2D no vocal e no teclado, Murdoc no baixo, Noodle na guitarra e Russel na bateria. Os cabeças por trás da banda são Damon Albarn (que coordena a banda e trabalha com a parte musical), e Jamie Hewllet ( que desenha os personages e trabalha com as partes de imagens, design e vídeo). De estilo variado, o Gorillaz produz músicas que vão desde o Rap, Trip hop, Hip-Hop, Punk, Ska, Reaggae, até um pouco de Heavy Metal. Definitivamente, possuem seu próprio estilo, difícil de ser classificado.
Gorillaz Lançado em 2001, o álbum Gorillaz apresenta o Gorillaz pela primeira vez ao mundo. Sua vendagem foi muito grande, e chamou muita atenção pelos personagens de animação. Apesar disso, o Gorillaz, permaneceu em um cenário um tanto obscuro, e ficou quatro anos fora de cena, até reaparecer em 2006 com o outro album principal, Demon Days.
OBS.:o clipe de 5/4 começou a ser produzido, mas nunca foi acabado. pode-se conferir a montagem com a música e os desenhos inacabados neste link:[5]
Ainda em 2002 foi lançado o Álbum “G-Sides”, com 12 músicas, variando de inéditas à remixagens do Álbum Gorillaz.
No mesmo ano foi lançado um álbum menos conhecido: Laika Come Home, Space Monkeys Vs. Gorillaz, que consiste em faixas dos dois álbuns anteriores remixadas ao estilo Reggae. A única música que teve grande destaque desse álbum foi Lil’Dub Chefin, remix de M1A1.
Demon Days Demon Days, que realmente os fez estourar para o mundo. Ele mostrava os personagens mais evoluídos, em uma espécie de fase 2, com novas roupas, aparências e maluquices. O hit Feel Good Inc. fez sucesso no mundo todo, e entraram para o cenário musical outros singles como Dirty Harry, DARE e El Mañana.» (TRANSCRITO)
Gorillaz - Clint Eastwood
D-Sides_2007 CD1: 01 - 68 State 02 - People (Dare Demo) 03 - Hongkongaton 04 - We are Happy Landfill 05 - Hong Kong 06 - Highway (Under Construction) 07 - The Rockit 08 - Bill Murray 09 - The Swagga 10 - Murdoc is God 11 - Spitting Out the Demons 12 - Don´t Get Lost in Heaven (Demo) 13 - Stop the Dams
CD2: 01 - Dare (DFA Remix) 02 - Feel Good Inc (Stanton Warrirors Remix) 03 - Kids with Guns (Turn To Monsters 04 - Dare (Soulwax Remix) 05 - Kids with Guns (Hot Chip Remix) 06 - El Manana (Metronomy´s El Metronan) 07 - Dare (Junior Sanchez Remix) 08 - Dirty Harry (Chinese New Years Remix) 09 - Kids with Guns (Quiet Village Remix)
Demon Days_2005 01 - Intro 02 - Last Living Souls 03 - Kids With Guns 04 - O Green World 05 - Dirty Harry 06 - Feel Good Inc. 07 - El Mañana 08 - Every Planet We Reach Is Dead 09 - November Has Come 10 - All Alone 11 - White Light 12 - DARE 13 - Fire Coming Out Of The Monkey's Head 14 - Don't Get Lost In Heaven 15 - Demon Days 16 - Latin Simone 17 - Hong Kong
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